quarta-feira, dezembro 28, 2011

2012 e todos os outros


Escrever é sempre o melhor remédio.
Digo isso de uma forma simplista.

2011 foi o ano divisor de águas, fato. Aquela velha historinha de afastar as pessoas que não te fazem bem, aproximar tantos outros que fazem o necessário pra te fazer feliz,(elas) existem!

Post com jeito de ano velho x ano novo.
Tenho visto mediocridade, falsidade e a valorização desacerbada de coisas fúteis de hoje e mesmo com tudo isso, tenho fé na humanidade (nos seres humanos nem tanto).
É a velha historinha de não esperar do próximo valores. E adorar no outro a alegria. O ano vai se despedindo e com ele deixo o querer para o “poder ser” ficar ainda mais latente.

Os projetos que tanto prometi não fazer, já fiz. Na verdade, organizei as ideias. Da forma mais incentivadora e positivista tudo vai acontecer de forma estruturada dando certo ou errado os riscos são menores. Estou quase fazendo uma analise Swot do ano. Que venha com medidas e cuidados. Com acertos e erros. Porém que eu não me curve nas dificuldades que com certeza vão aparecer. Já viu a minha vida ser fácil? Creio que não. Se assim fosse talvez não teria tanto orgulho dela. Que venha 2012 e todos os outros anos.



sexta-feira, dezembro 02, 2011

Teia da Vida


É a vontade que fica e a solução que vai.
Poderia eu, escrever sobre vários acontecimentos ruins. Ou diversas coisas boas. Grandes coisas acontecem com quem pensa em grandes feitos. Grandes tombos acontecem com aqueles que pensam em saltar bem alto.
 Eu estou aqui em Londrina, subindo cada degrau e às vezes escorregando em alguns. O fato é que aprendi a tentar não expor tanto os problemas afinal, o sentimento de dó alheio não me favorece em nada. Sei que o fato dos amigos às vezes não terem 100% do tempo , não quer dizer que o amor diminuiu ou a paciência. Bem sei que o que tem ficado é saudade de casa, a vontade de poder recortar a casa e as pessoas e colar em outro cenário (Londrina).  É praticamente um sonho infantil, olhar pra minha vontade e trazer pra realidade que me convém. Egoísmo sim, achismos. É a  vontade de ver as coisas acontecerem.

 Serei eternamente mineira, sentirei falta sempre do feijão, das belas paisagens, dos amigos de roda de violão e acampamento e principalmente do biscoito aymoré. Mas hoje, queria construir uma vida aqui sem pensar em “ter  que” voltar. Seria a passeio, com direito de ir e vir, de ter o poder da escolha e não da necessidade.  Tudo bem, conheci pessoas por aqui que não me fazem ver a construção do caráter de um Londrinense com bons olhos, mas se bem me recordo isso acontece em qualquer lugar , seja em solo mineiro , baiano, curitibano ou africano , sempre vai existir um pra falar falar mal ou desejar mal e até mesmo ter inveja sucumbida de um desejo doentio de repelir você. Vai entender. O ser humano tem razões e vontades que nem Freud entendia . (né?)

Sei que é assim. O coração dispara em pensar em soluções, a vontade no peito tem vontade de gritar e o medo agita toda a mudança. Porém maior é aquela força que cuida da minha vida. Bem maior ainda é o que vem tecendo a teia da vida.

domingo, setembro 18, 2011

A mala sem “alça”



Lembrei  finalmente contar o dia em que a mala sumiu.  Viajar tem o lado bom de rever pessoas, programar passeios ou simplesmente curtir a família.
Ir pra Minas é umas férias com gosto de quero mais pelos amigos e boas companhias, e um gostinho de quero isso somente a passeio. Tá certo eu acabei flertando de mais com Londrina, me envolvendo, apaixonando até que a desilusão chegue. Tenho pra mim que essa parte não chega nem com todas as desventuras que já vivi por aqui.
Foram quase 10 dias de ir atrás de documentos, mandar currículos, bate papo chamego com meus pais. Adorei rever os publicitários de 2009, fazer uma aula de Jazz muito boa e encontrar os ex-alunos do Sesi. Aliás, depois de quase 10 anos de formados e alguns depois de uns 15 anos sem contato, uma certeza eu tenho: Fomos felizes na infância. Afinal plantar cenoura, pentelhar o coleguinha, olímpiadas, paixãozinhas de criança, apresentações de dança de tudo um pouco aconteceu.  Foram dias de encontros e despedidas (né Angel?) válido, faria sempre se pudesse, tipo a cada três meses. Passo muito tempo sem ir a Minas claro, ainda existe uma grande parte de mim que loucamente Mineira.


 Ex Sesi CAACR














Publiciários - J. Andrade - MG



 Izabella brant - Menina do Céu.

Despedida do casal que tanto gosto













Voltando a “pequena Londres” chego de viagem à tarde, cansada, amassada. Sim, cansada. Ilusão achar por avião ser mais rápido não cansa. Lógico melhor que as quase 21 horas dentro de um ônibus “pinga-pinga”, mas de Londrina a Minas (vice e versa) tem conexões que demoram que particularmente me deixam lerda.  No aeroporto de Londrina aguardo a tão pesada mala (quando volto de Minas tenho a sensação que carrego mais coisas do que precisava e venho trazendo menos coisas do que realmente queria tipo; queijos e doces).  Cadê? Aguardo. Passam- se malas rosa, de bolinhas, as convencionais pretas e umas meio “safari” (leia se zebrinhas e oncinhas) e nada da minha. Ops! Minha não voltei com tanta coisa que tive que solicitar a do meu irmão que é maior e teoricamente mais confortável de carregar. Tá aí uma coisa que não entendo mala mesmo de rodinhas é desconfortável, acredito que o meu tamanho não colabore muito também pra tais eventos.
 Voltando ao assunto, ela não estava lá. Fui ate a empresa que embarquei e não tinha notícia de onde ela estava. Pronto, coração gelou quanta coisa minha de valor emocional veio ali dentro?! Fora as de valor “nutricional”, afinal meus doces vieram na mala. Medidas cabíveis foram tomadas como abrir o tal do RIB (uma coisa tipo reclamação de irregularidade de bagagens ou coisa do tipo, já me esqueci) o meu maior medo era ficar sem tudo ali, afinal, conheço histórias de pessoas que nunca mais viram seus pertences (né Sophia?).
Como se não bastasse à preocupação de não darem notícia nem se ela estava em SP, lembrei que às 6h da manhã quando saia da casa dos meus pais, na pressa quase esquecendo para trás, enfiei a chave da casa na mala que ia ser despachada ao invés de colocar na bolsa. Resumo: Sem mala sem chave e sem como entrar em casa. Graças a Deus que minha irmã mora em Londrina e pude abusar da boa vontade de passar o restante do dia na casa dela.
Passei o resto do dia pensando nas coisas que estavam perdidas por aí, se alguém tinha achado se iam devolver como entrar em casa se no dia seguinte tinha entrevistas pra fazer. Nada da empresa dar notícias... Trabalhos da faculdade para desenvolver já que retornei de MG com um dia de folga para apresentar o trabalho para a Papel de papel. Pensa num dia confuso? Pensa em várias coisas que precisava acertar antes de ir p faculdade. E que retornei antes da data do trabalho justamente p dar um toc final e apresentar. Sorte a minha que o pessoal do grupo ajudou muito e optamos por um “plano” B.
Por fim depois de reclamar no Twitter. AH! Claro sou comunicóloga tinha que “xingar muito no Twitter” . Engana-se quem acredita que tais coisas não deem resultados. Deu! A empresa prontamente resolveu meu problema depois de algumas Hastags disseminadas. E um viva ao poder da comunicação \o/. Localizaram a mala informaram que ela estava viva, respirando, com o coração de roupas batendo. Quando me ligaram pra contar a felicidade era tanta que quase desliguei o telefone sem entender como ela chegaria até a casa da minha irmã. Tenho certeza que o atendente deu boas risadas com a minha reação.
Não posso deixar de comentar que duas das pessoas mais felizes por minha mala ser encontrada foram  minha irmã por trazer mais um pouco das diversas  bagagens que ela deixou em Minas e meu cunhado. Mamãe fez geleia de pimenta que ele simplesmente ama. Se pudesse tomaria bons litros dela de canudinho. Mala encontrada, felicidade de todos. Eu posso contar que perdi uma mala e que consegui resgata- lá. Vou pensar agora duas vezes antes de viajar. Tenho que adotar logo o jeito “mochileira” de ser e viajar com a menor mala possível. Pelo menos evitaria tanto fuzuê, porém eu não teria essa história enorme pra contar.

Sempre analiso o que de bom a situação teve. Estranho e real eu penso de mais. Acredito que preciso  dar valor as coisas que tenho. Parece demagogia, meio clichê até. Mas já pensou no valor sentimental que os seus pertences  “coisas” tem? O quanto ela carrega da sua história? Não sou apegada ao material em si, mas tanta coisa ali guardava um pedacinho do que já vivi. AH e lógico pensar que se eu não tivesse um pedaço da minha família aqui pra me acolher e meus amigos para compartilhar certamente teria surtado. 

sexta-feira, setembro 16, 2011

Tudo

A vontade, o caos...
Certeza, o foco...
e vem vindo tudo aquilo que foi guardado. C'est la vie.

sábado, setembro 10, 2011

Inconstante

A forma de olhar nos olhos, de abrir o sorriso e de dizer o que se passa.
Encantadora e simplista. Sim, um jeito único de saber o que o outro pensa.

Inconstante como a lua... é fato!

domingo, setembro 04, 2011

Domingo!

Talvez eu entenda tudo corretamente como deve ser, e talvez nem tudo seja como deve ser! ... Domingo é dia de pernas pro ar, cabeça nas nuvens!

quinta-feira, setembro 01, 2011

Alma e coração


Ah se meus pés falassem, agradeceria cada bolha, cada calo e cada esparadrapo grudado. Riria comigo das vezes que ele por cansaço não obedeceu me levando ao chão e que por muitas vezes por força me levou a grandes saltos.  Fez de mim uma bailarina que por muitos anos dedicou a vida e abdicou de uma infância comum pra ser feliz dançando.
Quantas e quantas vezes não andei de patins nem de carinho de rolimã por que o festival se aproximava e lesionar seria um erro, esfolar então, uma catástrofe.
Aprendi desde os quatro anos que dançar era mais do que gostar das músicas clássicas que ouvia e ficar quase japa com os cabelos todo puxado para os coques impecáveis. Era disciplina, era treinar, era ser chata com contagem de tempo e ainda assim colocar as coleguinhas no lugar (sim sou antipática e detalhista desde criança). Aprendi novinha com uma professora carinhosa.  Depois de anos, depois de muitos professores extremamente qualificados e dedicados, larguei tudo!
Ser bailarina é estado de espírito, é pensar em passos quando anda, quando toma banho e principalmente quando houve uma boa música tocando.  Ser bailarina é fazer cara de tudo bem quando o sapato aperta e o corpo boicota. É graciosidade acima de qualquer “sobrepeso”  é acima de tudo ser feliz por dançar.
Depois de cinco anos quase sem dançar o corpo enferruja, o pé, os joelhos doem, mas a alma sempre vai ser de bailarina. A vontade virou prática em Londrina reascendeu o foguinho de tentar mais uma vez.  Bom retorno alegria no coração e pessoas fazendo parte dessa alegria.
Enfim, uma coisa eu digo, se morrer posso não usar o Tutu (pronuncia-se "titi" ou too-too), e sapatilhas, mas terei comigo a alma e o coração de bailarina.

sexta-feira, agosto 26, 2011

Quem conta um conto, aumenta um ponto.

Hoje eu corro, pra manter a linha, ter a compostura de ver a vida continuar.
Amanhã é outro dia e volto aqui pra contar o dia em que perdi minha mala!

Bjus

terça-feira, agosto 16, 2011

Nem rastros nem restos. Só fatos.

"A partir de hoje, uma vida feita de fatos."

Pois é Caio Fernando de Abreu disse e aqui estou eu apoiando.
Fatos são a constatação de que a vida segue as cosias continuam e algumas pessoas estão paradas sem evolução nenhuma. Vendo a vida passar às “Brancas Nuvens...”.
Talvez meu maior defeito seja aguardar isso. Essa mudança, querer acompanhar de perto que o mundo respira, que há vida lá fora, e tanta gente perdendo.

Enfim deixando os sentimentos mais uma vez de lado. Já dizia Cazuza “ o tempo não para , não para, não , não para”.
Continuando a viver... parando de pensar e agindo muito mais. Quero fatos nem Rastros nem Restos só fatos.

quinta-feira, julho 28, 2011

Antes que seja tarde

O dia amanheceu feliz apesar de todo cansaço físico. Notícias durante o dia nem tanto, amigos perdendo amigos do peito em acidentes, e jornal julgando como bem quer a notícia, eu sentindo um clima de despedida em diversas ocasiões.

♫  "alguma coisa acontece em meu coração" ♪...

Como a minha  vida tem trilha sonora, hoje vamos "mais do mesmo" quem me conhece saber bem minha relação com Pato Fu em específico duas músicas. Uma delas :



Bjinhos com gosto de sexta que tá logo alí.

domingo, julho 17, 2011

Doando o que se tem



É eu sei, falei que voltaria aqui e escreveria um monte de coisas. Ah nem sei por onde começar com tantas possibilidades e tanta coisa pra falar. Resolvi falar apenas de uma que apesar de toda dificuldade eu adorei. 

Doei sangue sexta. Sim, foi a minha primeira vez. Motivo? Em MG sempre achei longe e por um bom tempo (pasmem mas é verdade) eu não tinha o peso suficiente, agora eu tenho de sobra rs*

Lá fomos nós, nós porque tem sempre um amigo comigo. Depois da mini entrevista com o médico e perguntas tipo: - Por que resolveu doar sangue? Fizeram parte do contexto. O motivo é simples agente teve essa ideia e lá fomos nós. Nada de extraordinário. Foi simples. "Ou vamos doar sangue? – Sim, que dia? - Qualquer um! – Ok vamos! 

Depois de todas as perguntas a parte estranha achar uma veia na Gabriela. Tenho noção que elas são finas desde 2008 ou 2009 que tive uma crise e fui parar no hospital e quase não conseguir tomar medicação pelo simples fato das minhas veias sumirem quando se precisa delas.  Resumo: fui furada nos dois braços e consegui doar graças ao meu braço esquerdo. Servi de aposta entre o médico e funcionário de que eu desmaiaria antes de conseguirem achar minha veia. Bom o funcionário ganhou, afinal eu aguentei. Nem foi ruim não tenho gastura de sangue. Como meu amigo japa diria, se estivesse presente: "Sou mais macho que muito homem". Gostei da sensação de doar sangue, uma pena poder fazer de novo daqui 3 meses. Tá, o corpo depois fica meio mole... ir pra aula de dança foi meio cansativo logo depois, mas mesmo assim valeu a pena. Farei quantas vezes sentir necessário por conhecidos ou desconhecidos. Talvez eu não tenha noção de que como é ter um sangue compatível no banco de sangue, quando alguém precisa dele. A minha parte eu fiz e você?!

Por hoje é só. Domingo de preguiça, de trabalhar com projetos em casa e acabar o dia caminhando no lago. Bjos e eu voltarei, só não sei o dia =P. 

sexta-feira, julho 08, 2011

Um novo amanhã.

Volto mais tarde. Hoje tive aquela sensação de querer escrever várias coisas ao mesmo tempo sem saber do nexo , do sexo e da finalidade.

terça-feira, maio 31, 2011

Novo chicletinho

O bom de gostar de música boa é admirar o conjunto: letras, arranjos e a  melodia.
Me indicaram, ouvi gostei...e virou meu novo chicletinho



Felicidade
Composição : Marcelo Jeneci/ Chico César
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz.
Sem tirar o ar, sem se mexer, sem desejar como antes sempre quis.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz.
Se chorar, chorar é vão porque os dias vão pra nunca mais.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.
Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
/Dançar na chuva quando a chuva vem./ (4X)

segunda-feira, maio 30, 2011

Junho

SIM! Prometi , que eu não ia fazer mais planos mas o que me impulsiona sempre foi a forma de querer fazer um pouco mais. Então levando os projetinhos em banho-maria e prosseguindo.
Feliz por fazer parte de uma ONG, por não deixar o corpo parado constantemente e falar a verdade que compensa, e muito. E o melhor é ter com quem compartilhar alguns momentos educativos e outros de pura risadas.
Momentos pré niver só me faz sentir saudades de várias coisas, de avaliar vários acontecimentos, reter o que é bom e me faz bem.

"Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços... trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões... Não sou um livro aberto, mas também não tão fechado que você não consiga abrir, basta ter jeito, saber tocar as páginas, uma a uma, e descobrirá de que papel é feito cada uma delas..."

quinta-feira, maio 26, 2011

Lumbriguenta (the End)


O fim da lumbriguisse foi ontem: O mousse de maracujá apareceu...mas nem tava tão gostoso e cremoso como eu queria. Mas chegamos lá. \o/ Eu e Mi conseguimos a "emoção" do mousse.
Achei a tirinha da Clarinha muito a nossa história, como sempre muito parecida comigo!!!!

bjus 

terça-feira, maio 24, 2011

Lumbriguenta

Me divirto no dia-a-dia, é fato!
Mas algumas pessoas e coisas fazem do meu dia uma forma bem mais suave de ser rs*


Hoje acordei Lumbriguenta com doce. Mas não sabia definir por qual doce.
Meu amigo mandou um recadinho sutil no email que poderia ser uma torta de alpino branco com morangos. Poxa, até que era uma boa ideia mas fora da realidade de onde eu tô e de onde encontra esse tipo de "guloseima".
Conversando com "Mi" ela lembrou de mousse..traduziu tudo q eu queria: geladinho, cremoso e saboroso.


Lero lero:
G • - Mi, tô lumbriguenta. Quero doce!
M• - Eu tb! Quero um mousse de maracujá.


G • - Já quero! Tá, não sou tão fã de maracujá mas pelo dia vale a pena ficar feliz , gorda e calminha.


Resultado: Rodei 2 padarias nenhuma tinha mousse nem de maracujá nem de qualquer outra coisa que valesse a pena.
Tristeza duas vezes e ainda por cima falei tanto na cabeça da Mi que agora ela também quer. Ficou lumbriguenta com doce. Hoje o dia promete, vou ficar lembrando o dia todo de um doce  geladinho, cremoso que engorda. Meu regime ficou mega feliz por não achar o mousse , minhas lumbrigas não , nem eu!

sexta-feira, maio 20, 2011

Ainda na sessão música

Tá, não consegui ter um tempo pra escrever alguma coisa mais completa da vida para o blog.
Mas resolvi pregar um Chicletinho bom que grudou na cabeça e agora com a divulgação das redes sociais colou em mais um monte de gente.


São bons, curitibanos, brasileiros e bem empenhados. Meio a-lá Beirut com a sequência, direção de imagem e construção de cenário bem interessante. É "simples" e lindinha virou um chicletinho na cabeça e eu gostei!


"meu amor essa é a ultima oração pra salvar seu coração, coração não é tão simples quanto pensa
nele cabe o que não cabe na dispensa,  cabe o meu amor, cabe três vidas inteiras, cabe uma penteadeira
cabe nós dois. Cabe até o meu 
amor... '♪






Indico também outras bandas que a tanto tempo já conheço e não sai do "playlist"
Nuvens - Banda Curitibana 
Alarido  - Banda Mineira
Los Porongas - Banda Acreana


Quem tiver um tempinho vasculha o site do Trama Virtual  bem legal com várias bandas com músicas de acesso livre.


Bjus até breve.



terça-feira, maio 17, 2011

Novidades

Eu sei, tenho deixado de falar de mim (não que seja interessante, mas esse é propósito deste blog). Hoje recebi a indicação de um vídeo, e não é que gostei da banda?! Resolvi postar o vídeo e volto aqui depois pra comentar como anda os obstáculos desse mês. Nada é 100% que não possa melhorar ou piorar, mas as mudanças acontecem e eu sou feliz com todas elas. De alguma forma sempre me favorecem mesmo que na hora eu não entenda.
bjus


Los Porongas


 

quinta-feira, maio 05, 2011

Quereres da minha vida

O seriado (Divã)  só veio relembrar a obra de Caetano Veloso. Hoje é cantado por Nise Palhares. E a versão que acho bunitinha é essa: 




O Quereres 
Chicas
Onde queres revólver sou coqueiro, onde queres dinheiro
sou paixão
Onde queres descanso sou desejo, e onde sou só desejo
queres não
E onde não queres nada, nada falta, e onde voas bem
alta
 eu sou o chão
E onde pisas no chão minha alma salta, e ganha
liberdade na amplidão

Onde queres família sou maluco, e onde queres
romântico, burguês
Onde queres Leblon sou Pernambuco, e onde queres
eunuco, garanhão
E onde queres o sim e o não, talvez, onde vês eu não
vislumbro razão
Onde queres o lobo eu sou o irmão, e onde queres
cowboy eu sou chinês
Ah, bruta flor do querer, ah, bruta flor, bruta flor
Onde queres o ato eu sou o espírito, e onde queres
ternura eu sou tesão
Onde queres o livre decassílabo, e onde buscas o anjo
eu sou mulher
Onde queres prazer sou o que dói, e onde queres
tortura, mansidão
Onde queres o lar, revolução, e onde queres bandido eu
sou o herói
Eu queria querer-te e amar o amor, construírmos
dulcíssima prisão
E encontrar a mais justa adequação, tudo métrica e
rima e nunca dor

Mas a vida é real e de viés, e vê só que cilada o amor
me armou
E te quero e não queres como sou, não te quero e não
queres como és
Onde queres comício, flipper vídeo, e onde queres
romance, rock'n roll
Onde queres a lua eu sou o sol, onde a pura natura, o
inceticídeo
E onde queres mistério eu sou a luz, onde queres um
canto, o mundo inteiro
Onde queres quaresma, fevereiro, e onde queres
coqueiro eu sou obus
O quereres e o estares sempre a fim do que em mim é de
mim tão desigual

Faz-me querer-te bem, querer-te mal, bem a ti, mal ao
quereres assim
Infinitivamente pessoal, e eu querendo querer-te sem
ter fim
E querendo te aprender o total do querer que há e do
que não há em mim

quarta-feira, abril 27, 2011

Conto de páscoa

Feriado meio custoso. Companhias super agradáveis, amo muito, mas passar o feriado ‘meio’ acamada parece só acontecer comigo.  Devo ter problemas em ficar atoa, fico psicologicamente afetada. Resumo; passei mal ainda com aversão algumas comidas e com um dessaranjo cabuloso da saúde. 
Sem falar demais e tão pouco descrever os detalhes, descobri, aliás, recordaram-me que desde mais nova a páscoa era uma data que eu achava divertida. Minha avó materna simpaticamente espalhava pegadinhas pela casa a fim de fazer os netos acreditarem que o coelhinho passará por ali à noite deixando os ovos escondidos. SIM! Minha avó era uma fofa, criativa e inovadora pro seu tempo. Eu tinha um trunfo sempre na manga, enquanto todos devoravam todos chocolates ainda que fracionados durante o dia a pequena pessoa não comia ou quase não comia. Segundo minha irmã quando ela e meu irmão já não tinham mais chocolates eu aparecia com os meus intactos e eles ficavam na vontade. Segundo ela (pq incrivelmente não lembro de algumas proezas minhas) mamãe afirmava que cada um teve o seu chocolate e o seu tempo, que eles contentassem em me ver comendo pois se eu consegui não comer todos de uma vez certamente agora teria chocolates por muitos dias.  E é assim desde que me entendo por gente eu tenho umas coisas assim, guardo aqui, faço render ali, não sei por que guardar tanta coisa, chegou uma época que até papel de bombom que os namoradinhos da infância me davam eu guardava. AH! Minha infância quantas saudades... épocas de SESI de: José, de excursões de fazer ballet e ter namoradinhos dos quais morria de vergonha. Humhum eu tive namoradinhos de infância, sempre tinha uma paixonite aguda, amores platônicos e afins. Que tempo bom ...

quarta-feira, abril 20, 2011

São lembranças...

Tenho mania de ouvir rádio logo cedo.
Acordo às 6h vejo jornal e saio pro trabalho ouvindo música na sessão "baú" e não é que tocou essa de novo?!



é  mole?  Mereço né?! Top-top-top!!! 

terça-feira, abril 19, 2011

"Nostalgicamente " insatisfatório

AH! Nostalgia.
Acordei com saudades...
Aquele sentimento bobo, de que coisas boas aconteceram.
Ter colo, afago e carinho me fazem lembrar...   O que eu não deveria lembrar.
Fazer o quê?! (sou humanamente normal, ou não)
Prazer, meu nome é Gabriela e hoje eu vivo sem* você!



*sempre vivi né? 


sexta-feira, abril 15, 2011

Rá!


O Rá aí de cima é como se fosse um BUuu! Ou, te peguei !
Por quê? Simples, descobri a verdade absoluta das pessoas que mascaram certa educação sendo que por trás falam mal de você. De onde eu vim tem outro nome: Falsidade. Triste isso. Sorte a minha que a vida seguiu de uns anos pra cá e independente do que acreditavam de como seria, vou bem, obrigada!
Não vim aqui pra descrever a situação ou falar mal de ninguém. Simplesmente afirmar somente pra mim (ou não)  que as escolhas que eu fiz, até mesmo na profissão, tenho levado até o fim. Talvez de uma forma meio paralela ao que iniciei, mas falando emocionalmente: mais realizada. Isso é assunto pra outro post, que vai no outro blog em breve , aquele, que andava meio abandonado.

Então até logo. Volto em breve. E a você obrigado por fazer parte de uma boa parte da minha vida, mas ter contribuído hoje pra saber que algumas pessoas precisam ser assim em defesa dos seus próprios defeitos. Aponte os dos outros e esqueça os seus, bom lema hien?!

quarta-feira, abril 06, 2011

Em tempos assim





♫ It's times like these you learn to live again 
It's times like these you give and give again 
It's times like these you learn to love again 
It's times like these time and time again ♪

sexta-feira, abril 01, 2011

A vida...

Uma Luta diária, uma filosofia pra vida, frases que se encaixam e músicas que sonorizam.

O que seria de nós sem o sopro, leia-se vida. Sério, nas várias conversas filosóficas que tive essa semana em busca de entender um pouco onde eu errei, se é que eu errei, tive conversas que mesmo com toda brincadeira diversão foram consideráveis. Até mesmo que se ela (a vida) fosse fácil o nome seria tutorial ! (Jessy... ainda vamos escrever um livro, lógico que só nossas mães corujas comprariam).

Ah lá vem àquela fase: Quem eu sou? Pra onde vou? O que quero comer? O que estou sentindo?

Sério, não gosto. Ultimamente não to gostando de tanta coisa. Que chega a ser cômico. Tá eu sei essa fase é a da #TPM, mas não é só isso, eu garanto que não e estou BEM longe do tal inferno astral até onde eu sei nasci em Junho né? Não em Abril. Agora veio nitidamente o som da risada da minha irmã que concerteza ao ler vai pensar, essa é a Gabi. Humor acído.. Tão quanto meu estômago que anda rejeitando diversas guloseimas, e não, não é por dieta (apesar que ando muito fofa) simplesmente por não ver graça ou “enjoou !” .  Não quero macarrão, não quero Milk shake, chocolate, muito menos sorvete (sim é verdade). AH ! Não quero feijão.. arroz já não comia mesmo. Posso viver de queijo e Doritos? Rs* Esses ainda passam pela cabeça (tem dias). Enfim, esse enjôo é estranho, até de mais, mas deve passar. É fase, uma hora passa.
Ontem na aula de kickboxing, aliás, depois dela, que é quando meu corpo libera substâncias que me deixam feliz, decidi que vou levar as coisas sem pensar de mais. Tá! Quem me conhece sabe que pra mim é muito complicado essa parte, calculo erros às vezes os acertos só que sempre tenho mil planos, decidi não ter nenhum. Vou ter idéias, mas sem tentar por em prática, só colocá-las quaaaaaando as circunstâncias realmente colaborarem pra isso.
Motivo? Pode ser, por que acreditei ter começado o ano com uma energia muito boa que acabou furando no meio do caminho. Conheci, e vivi algumas coisas bem legais que como fumaça de um cigarro no vento, desapareceram (cigarro, vento, pessoas, entenderam? Piadinha interna, ou não)
O fim do ano se aproxima, parece exagero mas logo logo vou vir aqui desejar feliz ANO TODO, como sempre faço! Então até lá vamos conversar, ter idéias e nada de planos (será?)

Caminhando contra o vento
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou...
Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou...
Por que não, por que não...

PS: Não posso esquecer... uma frase ecoa todos os dias na cabeça " isso passa, tudo passa". (será?) Obrigada por me fazer lembrar disso.

quinta-feira, março 24, 2011

24 Horas – Gabriela Bauer

Essa palhaçada de “Bauer” eu inventei (plágio puro) pra contar o curto tempo que fiquei em Minas nesse fim de semana. Amei!!! Com certeza. Sentir que você tem pessoas que te querem bem mesmo que seja pra dar um breve abraço e um “até logo”.
Relatando às aventuras:
Saí de casa muiiiito cedo pra um sábado derivado de uma noite mal dormida na sexta. Aliás, insônia é uma coleguinha muito insistente que anda aparecendo nas minhas noites. Não tô afim de papo com ela, e mesmo assim ela insiste em me fazer companhia altas horas da noite.
Pronto, Gabriela embarca e faz conexão em SP. Pra variar vôo atrasado..então lá vamos nós ficar umas duas horas de bumbum na cadeira... twittando...vendo facebook (tá virando vício isso).  Eis que avisto o Maestro ( João Carlos Martins ) simpatia de pessoa. Parou e ficou conversando, não diretamente comigo, sobre música a influência na vida das pessoas e sobre regionalização cultural. Ele percebeu meu interesse (quase uma bico de conversa) e perguntou sobre o vôo onde estava indo e tal... o achei simpático, comentou que eu fazia bem em aproveitar os poucos amigos que tenho e família que tanto amo, nem que fosse por apenas um dia.
E a sala de embarque esvaziou e encheu inúmeras vezes... e eu ainda lá sentada esperando... Depois que o maestro partiu se não me engano ruma a Uberlândia ou Brasília não percebi muito bem o que falaram sobre o vôo dele, mudei de lugar, fui pra perto do portão que estava descrito na passagem. Senta uma moça do meu lado com uma menina de mais ou menos uns 3 anos... Que cochicha no ouvido da mãe (bom ela tentou mas eu ouvi) _ Mãe essa moça tá tão séria, estou com medo dela. Ouvi e me senti mal... cadê a  Gabi brincalhona.. A que fala besteira e sorri. Sério me lembrei de Juh uma amiga que vive comentando que não vê sorriso em minhas fotos. Me assustei com isso, um assunto tão bobo que me fez pensar qual é o meu “amargo “ da vida. Porque essa seriedade toda? Enfim, acabei abrindo um sorriso e perguntando o nome da pequena mocinha. _ Mirela! Mirela, parecia comigo quando criança, pernas compridinhas cabelos encaracolados. Fiquei um bom tempo conversando com a mãe dela e ela. Para minha surpresa estavam indo para Betim , a cidade que tanto conheço e gosto. E não é que aprofundando a conversa Regiane (mãe de Mirela) estudou em Juatuba na Turma de  Adm. da J. Andrade onde também me formei um ano depois dela. Tivemos bons assuntos, risadas... Mundo grande esse, não?!
No vôo tudo tranqüilo, aquelas coisas todas de come lanchinho, mastiga bala. Mirela chorando, gente lendo as revistinhas.  E lá vai novamente surgir pessoas pra bater papo. Agora um mocinho que pra mim tinha cara de uns 20 anos. Renato, simpático paulistano que comentou do que fazia onde morava porque ia a BH. Rimos de coisas nada haver trocamos figurinhas de mercado de trabalho e segundo ele eu tenho uma forma de transformar tudo em sátira. Sei lá, nem tava de TPM, quando estou que debocho de muita coisa. Pra diversão da minha irmã e das minhas amigas de todos os dias.... Enfim vôo atrasado... Chegando no aeroporto cada um segue seu rumo e la se vai mais uma “amizade de aeroporto”.
Minas, solo mineiro...ventinho, montanhas e cansaço. Cruzes cheguei tão estranha sono com preguiça com mala pesada parecia ter mais uns 15kg junto comigo. Lá fomos nós, o problema de ir de avião é que sempre pego o tal ônibus que vai de Confins a rodoviária e de lá para o metrô até a casa dos meus pais... luta viu. Porque demora. Lógico, não sei como está o transito em BH, provavelmente nada semelhante com o de Londrina, mas acho mega demorado esse trajeto.
Chegando em casa:  Ver minha mãe... Perturbar meu pai e amassar meu cachorro não tem preço!!! Mas fui logo pra correria de arrumar unha escolher vestido.. que cá pra nós foi complicado, além de uns quilos a mais, eu ando fortinha nos braços coisas do boxe?Não sei ..rs* foi uma luta, me senti nocauteada pelas roupas de festa que tanto não gosto de usar. Mas fui bunita e ponposa segundo minha mãe (mãe é mãe) pra formatura de uma grande amiga... Quase da família se não fosse o sangue. E o carinho que elas tem por mim (Angel e Paulinha) é tão grande que me sinto da família.

Adoreeeeeei a formatura. Mesmo eu meio baqueada com sono e com a cabeça em outro lugar me diverti, conversei bastante, dancei, conheci pessoas, reencontrei pessoas.. e o principal participei de uma etapa muito importante da minha “prima”- amiga. Me fez lembrar de minha formatura, do sentimento de “cheguei lá” de vamos encontrar de novo, ou não.  Saudades!!!
Domingo mesmo durmindo às 6, o jeito foi acordar cedo ir no mercado central comprar queijo e trazer as encomendas. SIMMM queijo em MG é mais barato que aqui. Bom eu achei. Mas me esqueci de comprar o biscoito Aymoré rs*. Ainda recebi telefonema de quem ficou sabendo que eu estaria lá , recebi visita de amiga e ate twitter pra almoçar . Voltei de tarde chegando em Londrina só bem anoite cansada..com sono  sem amizades de aeroporto porque comecei a ler um livro que momis me emprestou. Essa foi as 24h corridas em MG. Valeu a pena, pelas pessoas e por matar a saudades, viajaria assim novamente. 

quinta-feira, março 17, 2011

Quase ... quase e enfim!

Não é de hoje que venho batalhando pra alugar um apartamento em Londrina. Esse post está um tanto quanto atrasado. Na mesma época (aproximadamente) do ano passado, destilava aqui meu "suave" veneno de morar em uma cidade universitária que pedia um fiador e outras requisitos burocráticos na contratação de uma moradia um tanto quanto absurdos, já que era, ou ainda sou, novata na cidade.
Caramba!!! Um ano se passou e hoje posso ter orgulho de usufruir do meu cantinho.
No começo assusta, estranha o fato de estar de novo sozinha, hoje gosto de andar no "Zerão" ... de ir na "Feira da Lua" e ter o privilégio de chegar em 20 min pegando 2 ônibus no trabalho, de morar no centro e mesmo assim ficar longe de muito barulho.
E meu cantinho é assim... cabe pouca coisa, mas recebe bem os amigos. Falta luxo mas não falta conforto.Vou vivendo. Um dia de cada vez...Conquistando aos poucos, tentando ganhar meu espaço na terrinha do" pé vermelho" . Tentar é melhor que plantar os pés no chão o pensamento nas nuvens e esperar que as coisas caiam dos céus... ou do bolso dos país.

Londrina ... a "pequena Londres" do Brasil.

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Procurar

Procurar as vezes cansa.
Dá pra ser achada por favor?

Impaciência momentânea de pessoas, coisas e afins.

Depois de um fim de semana atípico, descobre-se que pra algumas pessoas você tem uma presença tão importante quanto podia imaginar. Afinal "o que vale é a companhia".

Mania de canceriano de achar que o problema te envolve que você quase sempre é o problema. Abraçar o mundo sem ter tamanho pra isso.
Ainda bem que é fase.

Feliz por novas conquistas.... novas pessoas.
Como diria momis nos seus momentos "colo e afeto" Por mais  que seja caranguejo... o negocio é andar pra frente  no máximo para o lado. Pra trás ? De forma alguma.

Que venha 2011!!!!

sexta-feira, janeiro 07, 2011

Tem certas coisas que eu não sei por quê!

♫ Não existiria som
Se não houvesse o silêncio
Não haveria luz
Se não fosse a escuridão
A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim...
Cada voz que canta o amor não diz
Tudo o que quer dizer,
Tudo o que cala fala
Mais alto ao coração.
Silenciosamente eu te falo com paixão...
Eu te amo calado,
Como quem ouve uma sinfonia
De silêncios e de luz.
Nós somos medo e desejo,
Somos feitos de silêncio e som,
Tem certas coisas que eu não sei dizer...
A vida é mesmo assim,
Dia e noite, não e sim...
(Certas Coisas  - Composição: Lulu Santos / Nelson Motta)
Talvez a melhor explicação pra indagações seja viver o momento e esquecer os por quês!