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sexta-feira, novembro 11, 2016

Mandei carinho pra além daqui...


Tem muita tempestade iniciando em copos razos.
Razos de alegria, de passividade, razos...

Hoje, pedi de coração pra que toda energia chegasse onde precisava chegar.
Talvez o campo de abrangência não seja dos melhores, ou a frequência não seja clara.
Mas, acredito que fruiu.

Foi ver como você estava, e retornou com o “cuide-se”.

Obedeci.

O corpo por fora anda claro e sem cor e por dentro meio apodrecido em decepção.
Com dias contados vai embora. Estando de volta a oportunidade de fazer acontecer de novo, e de novo... Quantas vezes forem necessárias para aprender.

Não questiono mais, “por quê comigo”, “pra quê”.
A pergunta virou o quê aprender com isso.
E a mais clássica: Isso também passa.

Acordei feliz, e com uma saudade imensa das minhas origens leia-se família.
Contando os dias...

De um certo dia chamado ontem.

10/11/2016

terça-feira, novembro 08, 2016

Fazendo silêncio

ShihiiiI!
Ela achou que o coração não dava mais pra ser ouvido por fora. Travou as mãos no peito e quis que ele parasse de bater e palpitar toda vez ... Toda vez que o visse.

Então ele, o coração, a obedeceu.

quarta-feira, setembro 14, 2016

A caixa, a cena, a diferença e a vida.

Dos cabelos brancos encaracolados que começaram a surgir em maior número pós 2014. Das mil dúvidas que surgiram pós o coração amolecer mesmo depois de tanta pancada. O que são 6 anos?

Se a cada 365 dias tanta coisa acontece, dois mil cento e noventa dias, é chão hein!?
Chão esse que andou me tirando sono. Sono esse que alimentou expectativa. Expectativa que novamente tirou sono.
É diferença de época, é vivenciar de alguma forma a mesma época. É encontrar duas gerações tão diferentes com valores iguais (talvez) e propostas diferentes de vida.
Bater de frente com uma força pra manter o foco e ao mesmo tempo ser perdido por tanta informação instantânea. É ter a diferença de pensar em estabilidade e ser instável em tantas outras áreas da vida. É ver que arriscar faz bem, que a aventura é incrível, mas ao mesmo tempo lutar contra qualquer coisa que te induza a situações de risco. O que é a vida se não essa vontade latente de acertar e dar certo, quando o “errado” das muitas vezes , pode não ser!?

O teatro de caixa avisou:
Surge o amor na história e com ele? As Dúvidas. E novamente o amor entra em cena, e com ele? Mais dúvidas. Entram os personagens em cena. Pausa dramática! As cenas continuam  e como toda boa história : a crise e o conflito.  Com o desenrolar da história surge: a esperança, e com ela? A alegria.  Novamente o amor é colocado em cena, e com ele? Mais dúvidas! O amor continua, e as dúvidas também (Dizem: o mistério é ser assim). E com o amor vem... Os amigos...  E a história volta a se repetir tantas outras vezes sol a sol  e noite após noite. Mesmo com a lua dos “apaixonados”, ali tão próxima à história se repete em meio a crise, torcendo pra que aconteça a felicidade. Foram assim 28 vezes no espetáculo e na vida real talvez mais... Ou menos...

A história que se passou na caixa, apenas de fato alguns ouviram... Ela passou entre os olhos e o que os ouvidos captaram ali, naquela hora, por fones nos ouvidos. Sem interferência externa, sem opinião alheia. Sem  especulações. Apenas de fato, o que existiu.

Ou não existiu?!

Vai saber!

Já dizia OTM : “Vai saber quem souber me salve!

(Sobra tanta falta)

sexta-feira, junho 19, 2015

O que pedimos

O medo, a dúvida, são frutos de nossa insegurança. A insegurança está cercada de elementos que contradizem nossa vivência e impede a fruição de pensamentos positivos. Como na música da Julieta Venegas :
“O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como un laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar”

Ver a letra toda: YOUTUBE


Aquela chavinha da porta que deixamos de abrir para novas oportunidades, o passo a diante que muitos não dão. É o medo do desconhecido que te anula.
Digo isso, por desde criança ser “programada” para enfrentar a vida e muitas das vezes ainda ter medo. Ainda parar de frente a enorme porta de ferro cuja chave está nela e não saber se realmente quero abri lá.
Por que falar sobre tudo isso? O que tem haver com o que “pedimos”?
Simples. Ou parece ser simples, depois de duas noites até dormidas, porém conturbadas em sonhos mil. Se acredito em sonhos? Muitos. Digo sonhos sonhados não sonhos de projetos e metas. Por muitas vezes me ajudaram a resolver questões na vida que neles eu questionei e refleti por muito tempo. Deve ser esse o motivo de falar enquanto durmo rs*.

Pois bem, de uns dois anos pra cá tenho pedido muito esclarecimento divino do que realmente quero e gosto na vida. E se consigo conciliar as duas coisas. Pedi ao universo que me surpreendesse. Sim! Desafiei e duvidei que algo assim existisse.  Existe!
Incrivelmente, encontrei alguém com uma criação, valores e objetivos na vida particularmente parecidos com os meus. Aliás, sempre desejei encontrar pessoas que entendessem minha paixão pela dança e a respeitasse. Que pouco entendesse de cultura, mas respeitasse. Que eu pudesse falar sobre Deus e as diferenças entre as crenças e não me julgasse por isso. Em resumo, que tivesse os mesmo valores e de bom caráter. 
Talvez, o mesmo tenha acontecido com o outro lado da história. Se questionou, ou duvidou, não sei. Mas sinto que por diversas vezes pediu o mundo “surpreenda-me se for capaz”. E novamente, a vida pregou a peça. Diz ter encontrado várias coisas que acompanham a mesma linha de raciocínio, as brincadeiras, os gostos e a forma de respeitar as escolhas e sonhos do outro. Esqueceu, provavelmente, que alguém que faça boa companhia, seria em qualquer lugar e da melhor forma possível. Forma essa que não o afastaria dos amigos, de forma alguma, agregaria outros grupos. Afinal, companheirismo não é para dividir grupos, é ver no outro a felicidade compartilhada e querer também estar nela sem precisar ser DON@ de ninguém.
O incrível? Não são as duas pessoas se conhecerem “num dia improvável”. É elas sem pretensão alguma de fazer acontecer, perceberem que aconteceu. Que a velha história do: “parece que te conheço há anos” é real. E o que impede de continuarem a diante? O medo.
Medo esse de influenciar a vida do outro, de invadir um espaço ocupado hoje por outros problemas e assuntos. Medo esse que envolve a vontade de estar fisicamente perto e provavelmente estar longe por muito tempo nos próximos meses.
Me vi, depois de muitos anos, de mãos e pés atados. Atordoada eu diria. Por não poder resolver da melhor forma possível se não “metendo os pés pelas mãos”. Quando um laço vira nó, ele perde o sentido de ser laço. Mas se há forças suficientes para desamarrotar a fita, a beleza do laço novo será consequência das duas pontas. Compreender, ou tentar, os motivos da outra ponta me fez pensar sobre isso. O que eu pedi por muitas vezes, fui atendida e por medo deixei passar? Até onde nosso medo mascara a oportunidade que a vida nos dá e fugimos? Se há fé, há cuidado e respeito. O desenrolar do nó é consequência, independente dos próximos meses e da boa educação que recebeu.
Entre tantos pensamentos das duas pontas da fita. Fico com a vontade de ser laço, um dos mais bonitos, pelo menos hoje. Afinal, quem estará vivo amanhã?!

Inconsequência? Talvez. Ou talvez seja a vontade de te fazer feliz por hoje. Um dia de cada vez foi assim que 2014 me fez existir...


terça-feira, maio 31, 2011

Novo chicletinho

O bom de gostar de música boa é admirar o conjunto: letras, arranjos e a  melodia.
Me indicaram, ouvi gostei...e virou meu novo chicletinho



Felicidade
Composição : Marcelo Jeneci/ Chico César
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz.
Sem tirar o ar, sem se mexer, sem desejar como antes sempre quis.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz.
Se chorar, chorar é vão porque os dias vão pra nunca mais.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.
Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
/Dançar na chuva quando a chuva vem./ (4X)