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sexta-feira, agosto 11, 2017

Com o passar do tempo... E a mesma saudade




Eu ia passar aqui e escrever sobre junho e julho. Meses interessantes da vida, entre inferno e mudança astral.
Mas, o que me chamou atenção esses dias foi o texto escrito tempos atras. 

Que faz sentido até hoje.

Nessa mesma data em 2015 já era saudade.
E ainda é. 

de 09/08/2015:

 Dia 04, fez 6 meses...E ainda sinto como se fosse hoje. Aquela semana de fevereiro em que todas as 'coisas' pareceram virar incertezas.

Hoje, fiz como de costume.
Liguei pra sua casa que agora é a mesma de Deus (em oração) e agradeci por ter você e mamãe em minha vida. Sim, sou dessas...

Agradeci a Deus pela escolha. Ninguém é perfeito, mas vocês para nos criar tentaram ao máximo (e continuam até hoje). Acredito que não há receita de bolo pra se criar um filho, afinal, cada um é tão diferente do outro né?!

Eu fui mimada por você! Queria sempre por na sua cama quando eu chorava com meus famosos pesadelos... Ajudava mamãe a noite me levando pra fazer xixi e escovar os dentes antes de dormir... Lembro de tudo e espero ter toda essa memória pra passar pros "meus filhos" com foi a minha infância. 

A caçula, a mais "seca" e "durona"na adolescência virou a mais manteiga depois de "velha". 

Quando ainda era só um grão na barriga da mamãe já avisaram que seria uma "Tuniquinha" que iria nascer...  Erraram!! rs* Em todos aspectos que herdei de você (de acordo com mamãe, não foram poucos), ainda não aprendi de fato, esquecer as mágoas como você. Que entristecia com a ingratidão de alguns, mas dali um tempo esquecia-se do ocorrido. Talvez, seja minha missão em vida aprender a ser assim...

Entendo que foi o tempo. Depois de várias "vidas" que Deus te deu (várias quase mortes), na sétima e última oportunidade você conversou sobre minhas escolhas. 

Cheguei em BH cansada da viagem em Dezembro, sentou comigo na sala junto com mamãe e falamos da vida, colocamos os meses em dia e você todo feliz com as apostilas de LIBRAS que levei de presente... Ali, onde sempre houve as melhores comidas e conversas, vi compreensão. Vocês, que já se preocuparam em " pq ainda não havia me casado", "Pra não ficar sozinha aí", compreenderam minhas escolhas em esperar ser de fato cia pra alguém que também decida ser a melhor cia pra mim. Afinal relacionar é parceria.

Gratidão à Deus por ser assim, ainda que o coração sinta "medo" de como será sem você por perto, como será o amanhã sem o beijo na testa em sinal de confirmação e carinho!


Fico com o obrigada por escolher ser pai! Por enfrentar com a mamãe a minha gestação tão cheia de cuidados. Enquanto alguns acreditaram que eu não nasceria com o corpo físico perfeito. Aqui estou eu pra contar que Graças aos cuidados de vocês  e repousos, eu nasci em Pedro Leopoldo/MG, entre 29 meninos da maternidade. A única menina, o único bebê com tanto cabelo que nasceu naquele 28 de junho.

sexta-feira, maio 20, 2016

Sobre os monstros e o inferno astral

Em analise fria de cada fato ou de cada passo descompassado. Vejo que o inferno astral as vezes reside nos piores monstros que estão aqui dentro. Todos saem em maio em busca de arejar as ideias próximas a mim.
E quando você passa a dar as mãos pra cada um deles, deixar de ser tão “sofrido”.

Aniversário é renovação, com ou sem planejar nada é ter consciência do que de fato de move, o que de fato não agrega e o que realmente deseja.

Eu vejo a luz ali logo alí a frente.
Um alí bem de mineiro, pode ser a dois passos como muitos anos luz à minha frente. Não importa, tá lá! Pra progredir. Pra renovar...


quarta-feira, julho 15, 2015

O valor de um: Tchau!

   Pudera eu poder voltar no tempo. Talvez, uns 15 anos atrás. Na adolescência tudo é bem I-N-T-E-N-S-O.  Ama se muito, vive, chora, cuida, odeia e questiona-se tudo.  Queria entender se deixei algo lá trás sem resolver. Por quê? Simples. Tenho encontrado pessoas pela vida que parecem ser tão maduras, centradas no que quer pra vida e ‘de repente’ mostram um lado que desconheço hoje nos meus 30 anos.  Minha calmaria vira ansiedade perto de acontecimentos assim. Demoram-se anos pra tentar amadurecer a ideia de não agir por impulso sempre, mas leva-se apenas um mês pra que tudo volte como um tufão. Angustia.
   Será? Que envelheci 20 anos nos dois últimos anos? Será que toda ‘rabugice’* de infância vem de fato de um espírito velho?  Sei, que desde o primeiro relacionamento (se é que posso dar esse nome) em que um garoto de 13 anos me presenteava todos os meses  com mimos comprados com sua mesada, em que mantínhamos uma amizade além da escola desencarnou precocemente, penso em o quanto as ultimas palavras com as pessoas são eternas.  Eternas? Sim. Eternas, ainda lembro-me daquele domingo de janeiro de 1998.
   Como toda pré-adolescente que se preze, eu tinha sonhos, vontades e um turbilhão de sensações acontecendo. Lembro-me do carinho que ele tinha por mim. Da companhia, nos trabalhos feitos em dupla, no qual ele sempre brincava com minha falta de paciência só para ver minhas bochechas rosadas.  Caramba! Como a nossa mente às vezes é um HD, uma caixa preta de informações das quais acreditamos que já esquecemos. Pareço agora ter um filme rodando na mente. (Sinto que vou escrever muito rs*)
   Aquele mocinho sentado na carteira de trás da minha chamava José, apelidado por nós de “Zezinho”. Era tímido, baixinho como eu e  quando ria tinha covinhas logo abaixo das sardas nas bochechas.  Era meu “parzinho” (nome carinhosamente dado por Khalel, meu sobrinho, a pessoas que são companhia um para o outro e se querem o bem um para o outro) em todas as situações, na fila da famosa Hora cívica, nas danças: Junina, temáticas e das olímpiadas, nos trabalhos em grupo e até mesmo nas aulas de natação. As que eu mais burlava por não querer aparecer de maiô. Ah! Aquele menino sapeca, que desamarrava meus cadarços quando não estava vendo só para depois me ‘acusar’ de esquecida. Que por diversas vezes ligava em casa e desligava se não fosse eu quem atendesse. Quantas saudades!
   Ele se foi num domingo. Aquele domingo tinha amanhecido estranho. Um apertinho no peito como se fosse um presságio. Dias antes do fim das aulas, ele tinha escrito um bilhete.  Sim, fui e sou dessas que conversa por papeizinhos.  Nele dizia que “mesmo você brigando comigo, você está sempre em meus pensamentos. Gosto muito de você.” Quando o recebi, quis rasgar, afinal eu não era tão briguenta assim (ou era né?), ia me esquecendo da última frase, daquele bilhetinho com letras tremidas que tem tanto significado pra mim até hoje. No fim das aulas do ano anterior, como de costume, conversamos no final do dia, e ele contou que estava feliz com o início das férias chegando. Que veria seu primo ‘Coxinha’ e que teria vários assuntos pra contar e diversos dias para passear. Despedi no telefone, toda sem graça, desejando um bom fim de semana e querendo mandar beijos, mas morrendo de vergonha. Do outro lado da linha, uma voz mais tímida ainda fala: “Você sabe o quanto gosto de você, não se esqueça disso.” E com a voz ainda mais engasgada respondi: Pode não parecer, mas eu também.
   No sábado, como de costume, a vida andou em família. Sim, sou dessas que a família ficava aninhada na casa da vó, com primas e primos todos jogando “mal, mal”, buraco e coisas afins.  Na noite de domingo o telefone toca, era uma colega da escola dizendo: “ Ficou sabendo? O Zezinho morreu.” Eu com toda a não paciência comentei:  - Poxa! Que brincadeira sem graça Isis. Ela respondeu: “Eu queria te avisar primeiro, sempre gostei dele, mas ele sempre foi apaixonado por você”. Vai aparecer no jornal, me contaram que foi acidente feio. “Queria te ligar pra avisar, bjo.” Sem entender muita coisa, desliguei o tel e comentei com minha mãe, era uma colega da escola, parece brincar com a minha cara com um tipo de brincadeira que eu não gostei. Passado nem um minuto da ligação, o telefone toca novamente e eu atendo na esperança de ser realmente uma “zuação” dela.  A voz do outro lado pergunta: “ Gabi? Você é Gabriela que estuda no SESI?” Eu já tremula respondi: SIM! “Seus pais estão em casa? Posso conversar com sua mãe?” Naquela hora só olhei pra minha mãe provavelmente pálida e passei o telefone dizendo: É pra você!  Em menos de um minuto de conversa vejo os olhos de mamãe olharem pra mim com se fosse “ Como vou te contar isso”, seguidos da frase: Pode deixar, verei como contar da melhor forma , qual será o local?”. 
   Entre a ligação e o velório, pareço ter ficado fora do ar. Lembro-me da minha mãe me contando, explicando que aparentemente ele morreu na hora, sem dor.  E que estava junto da mãe, do primo e da tia. Morreram todos. Horas depois no Fantástico a notícia de que o primeiro acidente do ano registrado após a alteração na lei matará 4 integrantes de uma mesma família em Contagem/MG e havia indícios que o motorista do caminhão que entrou na contramão estava embriagado.  Eu, não conseguia ter raiva , nem chorar, pensava: Como será esse ano (o ano letivo ainda não tinha começado de fato)? E quem vai me fazer raiva, vai aprontar todas, de quem eu comentaria com cara de brava “porque não fez o para casa”. A sensação era de um nó. Um vazio sem ar, um vácuo!
   No dia seguinte, após avisar meio mundo do ocorrido, fomos todos no velório. Eu não chorava, ainda tinha um nó na garganta que me impedia até mesmo de falar. Chegando à sala da funerária, encontro um senhor alto, meio ruivo e sardento como ele que me viu rodeadas de pessoas e disse baixinho: “Você é a Gabi? Ele sempre comentava de você, de que tinha amigos e conversava com todos, que foi por você que ele fez mais amigos. Queria te conhecer em outra situação. Meu filho que era apaixonado por você. E sei que você também é por ele.” Me deu um forte abraço e nessa hora senti que ia cair no chão. Que algumas lágrimas saíram dos olhos e eu mais que depressa as enxuguei. Mamãe veio e perguntou: quer chegar próximo a ele pra despedir? Eu queria, mas também queria lutar pra não ver ele ali, gelado, sem o rosto corado de menino levado. Ele estava ali deitado, gelado como uma pedra na beira do rio, a angústia voltou no peito esmagando o soluço do choro. Uma moça, muito bonita se aproxima, coloca a mão nos meus ombros e diz: “Ele havia planejado te pedir em namoro novamente no seu aniversário. Ele era meu meio irmão, de uns anos pra cá que o conheci, o sorriso dele me encantou desde o primeiro dia. Tenho certeza que lá do céu ele olhará por você, tenho ternura por saber do carinho de vocês. Tão novos e respeitando a vontade um do outro”. Explicando melhor a fala dela, no ano anterior, José tinha me pedido em namoro, após uma festa de Hellowen e eu disse que não. Porque não tinha idade para namorar, e que tinham outras meninas interessadas nele e que talvez um pouco mais velha, saberia como agir com essas situação. O fato era como contar pra minha família que eu tinha um namorado. Timidez boba, já que nossas mães acompanhavam o desenrolar de toda história. O motivo do aniversário, provavelmente por que o dele era um dia após o meu, ele poderia provavelmente alegar que: agora comigo mais velha, poderíamos namorar. Em 98, óbvio, o dia 29/06 não foi o mesmo.  
   O motivo de toda a história contada aqui é: E se o tchau no telefone não fosse como foi? Por muitos meses eu ainda permaneci engasgada, os mais próximos na escola viviam tentando me animar com frases sobre ele, sobre como ele estaria se estivesse vivo após o acidente que foi grave, e de alguma forma, pensar que ele estava em paz me confortava. E que desencarnou junto com a mãe, a quem era  tão agarrado. Não consigo nem imaginar ele sem ela ou ela sem ele. Precoce? Eu sei, ninguém planeja morrer tão jovem. Mas cabe a Deus determinar como cuidar dos “seus”. Passado muitos meses que consegui chorar a ausência que era presença em todo lugar. Um arrependimento? Talvez, só talvez, ter planejado muito os anos dali pra frente de alguma forma com ele. E a vida tentando desde sempre mostrar que: Quem muito planeja, às vezes esquece de viver.  Desde então, e após muitos outros casos que um dia descrevo aqui, que penso em não dormir magoada, não esperar até o outro dia pra resolver mal entendidos, aprendi o valor do “Tchau”. Afobação? Não. Apenas ter a certeza que se por algum desígnio do céus eu for embora amanhã. Com você eu estou em paz! Há muitos que estão em hospitais acamados, por guardarem sensações engasgadas e sentimentos feridos. Não quero ser doença pra ninguém e nem adoecer por ter hesitado em falar.


*Que demonstra mau humor, que não tem tolerância, que vive implicando ou se queixando de tudo

sexta-feira, junho 19, 2015

O que pedimos

O medo, a dúvida, são frutos de nossa insegurança. A insegurança está cercada de elementos que contradizem nossa vivência e impede a fruição de pensamentos positivos. Como na música da Julieta Venegas :
“O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como un laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar”

Ver a letra toda: YOUTUBE


Aquela chavinha da porta que deixamos de abrir para novas oportunidades, o passo a diante que muitos não dão. É o medo do desconhecido que te anula.
Digo isso, por desde criança ser “programada” para enfrentar a vida e muitas das vezes ainda ter medo. Ainda parar de frente a enorme porta de ferro cuja chave está nela e não saber se realmente quero abri lá.
Por que falar sobre tudo isso? O que tem haver com o que “pedimos”?
Simples. Ou parece ser simples, depois de duas noites até dormidas, porém conturbadas em sonhos mil. Se acredito em sonhos? Muitos. Digo sonhos sonhados não sonhos de projetos e metas. Por muitas vezes me ajudaram a resolver questões na vida que neles eu questionei e refleti por muito tempo. Deve ser esse o motivo de falar enquanto durmo rs*.

Pois bem, de uns dois anos pra cá tenho pedido muito esclarecimento divino do que realmente quero e gosto na vida. E se consigo conciliar as duas coisas. Pedi ao universo que me surpreendesse. Sim! Desafiei e duvidei que algo assim existisse.  Existe!
Incrivelmente, encontrei alguém com uma criação, valores e objetivos na vida particularmente parecidos com os meus. Aliás, sempre desejei encontrar pessoas que entendessem minha paixão pela dança e a respeitasse. Que pouco entendesse de cultura, mas respeitasse. Que eu pudesse falar sobre Deus e as diferenças entre as crenças e não me julgasse por isso. Em resumo, que tivesse os mesmo valores e de bom caráter. 
Talvez, o mesmo tenha acontecido com o outro lado da história. Se questionou, ou duvidou, não sei. Mas sinto que por diversas vezes pediu o mundo “surpreenda-me se for capaz”. E novamente, a vida pregou a peça. Diz ter encontrado várias coisas que acompanham a mesma linha de raciocínio, as brincadeiras, os gostos e a forma de respeitar as escolhas e sonhos do outro. Esqueceu, provavelmente, que alguém que faça boa companhia, seria em qualquer lugar e da melhor forma possível. Forma essa que não o afastaria dos amigos, de forma alguma, agregaria outros grupos. Afinal, companheirismo não é para dividir grupos, é ver no outro a felicidade compartilhada e querer também estar nela sem precisar ser DON@ de ninguém.
O incrível? Não são as duas pessoas se conhecerem “num dia improvável”. É elas sem pretensão alguma de fazer acontecer, perceberem que aconteceu. Que a velha história do: “parece que te conheço há anos” é real. E o que impede de continuarem a diante? O medo.
Medo esse de influenciar a vida do outro, de invadir um espaço ocupado hoje por outros problemas e assuntos. Medo esse que envolve a vontade de estar fisicamente perto e provavelmente estar longe por muito tempo nos próximos meses.
Me vi, depois de muitos anos, de mãos e pés atados. Atordoada eu diria. Por não poder resolver da melhor forma possível se não “metendo os pés pelas mãos”. Quando um laço vira nó, ele perde o sentido de ser laço. Mas se há forças suficientes para desamarrotar a fita, a beleza do laço novo será consequência das duas pontas. Compreender, ou tentar, os motivos da outra ponta me fez pensar sobre isso. O que eu pedi por muitas vezes, fui atendida e por medo deixei passar? Até onde nosso medo mascara a oportunidade que a vida nos dá e fugimos? Se há fé, há cuidado e respeito. O desenrolar do nó é consequência, independente dos próximos meses e da boa educação que recebeu.
Entre tantos pensamentos das duas pontas da fita. Fico com a vontade de ser laço, um dos mais bonitos, pelo menos hoje. Afinal, quem estará vivo amanhã?!

Inconsequência? Talvez. Ou talvez seja a vontade de te fazer feliz por hoje. Um dia de cada vez foi assim que 2014 me fez existir...


sexta-feira, junho 20, 2014

Pão de queijo


Estaria tudo bem, se não só 2 reais e a dignidade amassados na mão, eu fiquei.

Foram 4 horas assim.


Início

Lugar relativamente cheio, logo em seguida você. Despretensiosamente amarrotado e charmoso.

Exitei em ir até você, afinal mil e uma pessoas no mesmo espaço e entre nós.


O erro

Decidi então que de forma "moleca" e sem refinamentos lhe enviaria um correio elegante.

E onde estavam às ditas cujas que foram preparadas para enviar a mensagem que falava de abraço? Sumiram...

Lá se foram quase 2 horas de procura.


Constatação

No decorrer de um "olá” e muitos abraços, da procura incansável de trocar a ficha do quentão, vejo você.

Agora aquecendo outro corpo, dedicando os ouvidos a outras falas...

Distanciei, distrai com a música que pra mim soa como um amor. Aquece o coração e a alma: forró.


Os dois reais permaneceram amassados na mão, agora sem coragem (necessidade) de sair de onde estavam.


Distrai novamente, dançando! O forró mais rápido de todos com vigor, pra exalar os sentimentos/pensamentos ruins.


Como dois adultos, nos cumprimentamos, tive que conviver outros longos prováveis 60 minutos com você do meu lado, aliás vocês.

Abstraí por diversas vezes, afinal o forró estava tão bom!!!


Imaginei tantos por quês que me esqueci do obvio. Falta de interesse.

Desisti de imaginar.

Voltei  pra casa com o coração mais leve, ainda que azedo pelo situação e não pelo fato.


Como massa de pão de queijo que estraga e se joga fora, mas o desejo de comer não passa...

Desfiz da massa...


Fico com a vontade do pão de queijo.

Minas, aí vou eu!

segunda-feira, maio 30, 2011

Junho

SIM! Prometi , que eu não ia fazer mais planos mas o que me impulsiona sempre foi a forma de querer fazer um pouco mais. Então levando os projetinhos em banho-maria e prosseguindo.
Feliz por fazer parte de uma ONG, por não deixar o corpo parado constantemente e falar a verdade que compensa, e muito. E o melhor é ter com quem compartilhar alguns momentos educativos e outros de pura risadas.
Momentos pré niver só me faz sentir saudades de várias coisas, de avaliar vários acontecimentos, reter o que é bom e me faz bem.

"Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços... trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões... Não sou um livro aberto, mas também não tão fechado que você não consiga abrir, basta ter jeito, saber tocar as páginas, uma a uma, e descobrirá de que papel é feito cada uma delas..."