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terça-feira, abril 12, 2016

Faço Um Barco de Papel, Pra Navegar*

Das descobertas internas, das ausências sentidas que ficam martelando na cabeça alguns “quês” e “por quês” que ao longo destes quase 31 eu ainda não descobri. Ou os descobri e não os assumi.

Ando sonhando muito a noite, são sonhos bizarros e até triviais. Em análise, em alguma noite não dormida, percebi que todos os assuntos tem haver com “apoio”. Quando digo bizarros, são pessoas que não vejo e tão pouco tenho contato, porém tem um significado profundo na minha vida. Outros tenho contato e talvez não quisesse mais ter, mas em sonho é algo tão fluído que chega a dar “gosto de ver”. Descobertas inúmeras do que não se pode ter.
 Ouvi uma vez, de uma das pessoas que hoje tenho contato e respeito e as vezes até um certo atrito que: “tudo que é baseado no outro dará errado. Não por não valer a pena, nem tão pouco questionar princípios, mas a expectativa frustra”. É uma via de quilometragem infinita onde não cabe uma placa se quer de “alerta”. Quando nota-se a chegada ao destino é a beira de um precipício no qual você mesmo acelerou tanto pra chegar...
Conhecer o outro as vezes requer desconstruir o que você sabe da vida. E por outras experiências, se reconhecer no outro. Ver os teus defeitos, no outro, ou que sua irritabilidade nada mais é que a negação das características que  ou outro tem iguais a você. Chega ser estranha  a sensação de repelir e ao mesmo tempo uma força tremenda atraindo.
 Se “opostos se distraem e os dispostos se atraem” que seja disposto a dar certo, é um grande passo. Que venha para a construção de algo a mais junto. Uma tentativa, sem formulas e formulários preenchidos, sem obrigação de dar certo ou a frustração dos outros que deram errado, sem orçamentos e status predefinidos, sem preocupar com o que os outros imaginam ser, que seja apenas companheirismo e partilha.
Que o apoio seja mútuo.

Ando repensando sobre... Sempre a oportunidade de mudar o rumo. Encontrar um novo caminho, talvez um recomeço para ancorar o barco a vela no porto seguro encontrado de um caminho onde se navegou junto. 

*
Título retirado da música: Barquinho de papel - Forrueiro

segunda-feira, maio 30, 2011

Junho

SIM! Prometi , que eu não ia fazer mais planos mas o que me impulsiona sempre foi a forma de querer fazer um pouco mais. Então levando os projetinhos em banho-maria e prosseguindo.
Feliz por fazer parte de uma ONG, por não deixar o corpo parado constantemente e falar a verdade que compensa, e muito. E o melhor é ter com quem compartilhar alguns momentos educativos e outros de pura risadas.
Momentos pré niver só me faz sentir saudades de várias coisas, de avaliar vários acontecimentos, reter o que é bom e me faz bem.

"Trago lágrimas, sorrisos, histórias, abraços... trago momentos felizes, momentos de decepção. Carrego pessoas, amores e desamores, amigos e inimigos, desafetos, paixões... Não sou um livro aberto, mas também não tão fechado que você não consiga abrir, basta ter jeito, saber tocar as páginas, uma a uma, e descobrirá de que papel é feito cada uma delas..."