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sexta-feira, março 02, 2018

O hoje


Quando toda sua inquietação encontra paz dentro de você mesmo...
Sensação de que é aí que mora a solução... Dos problemas que de fato não existiram.

Quando o presente é de fato mais importante, algumas coisas deixam de fazer sentido, algumas pessoas deixam de fazer sentido...

Quem é que te abraça hoje quando você precisa de rir ou de chorar?
Esses são os companheiros de alma, hoje.

Seja grato com o aprendizado dos dias bons e ruins.
Seja grato pelas pessoas no seu caminho, não são e nunca foram por acaso.

No despertar da vida, cada um tem sua função, mesmo que seja, despertar a pior sensação em você, pra que saiba que é isso que não quer pra sua vida.

Soltando as amarras com o passado, vivendo o presente.


Gosto quando sonhos me inspiram a escrever, e gosto mais ainda quando pessoas me motivam a agradecer... Gratidão!

segunda-feira, fevereiro 19, 2018

Você " tem que"



Você " tem que".
Tem que ser bem sucedida como fulana. Tem que formar e arrumar emprego. Tem que casar, tem que ter filho, tem que emagrecer. Tem que ter o cabelo liso da moda que combina com a saia que estão usando. Tem que ter likes e visualizações pra ser vista.Tem que ter preparo físico, tem que gostar de tudo pq "todo mundo gosta". Tem que dizer a gíria da moda. Tem que ser a filha que não dá problemas. Tem que fingir ser feliz o tempo todo pq ninguém tem paciência com a tristeza alheia. É drama, "mimimi". Tem que ser feliz. Tem que fingir ser feliz o tempo todo em todas as redes sociais. Você tem que gostar das músicas que são "hit". Tem que contar uma mentirinha as vezes, "todo mundo faz isso"...
Tem que desejar mal pra quem falou mal de você. Tem que ter inveja de quem segue todos padrões da sociedade,o que inclui estar na moda, ja que você não.Você tem que procurar ajuda, tem que controlar a ansiedade, o peso, a vontade de doces, a celulite, os cabelos brancos...
Daí você descobre que a sua luta interna as vezes é ser você num mundo tão diferente de você. Num lugar de pensamentos tão fechados você é a que gosta de colorir os dias e pensar em cores. Redescobre que não controla nada. Não é porque "Gratidão" é a palavra da moda. E que "ter que" não te leva a nada a não ser sentir um produto da expectativa alheia, ou ainda um produto da "moda".
A liberdade de ser somente você, deve ser realmente muito boa.

quarta-feira, janeiro 31, 2018

Continuando

Essa noite sonhei  e novamente histórias passaram diante dos meu olhos. Linhas escritas entre o que houve de fato e devaneios de um sonho incompleto.

Como um Dèjavú  vi você passar por tudo ‘de novo’, e de novo... Incansavelmente tudo se repetia.
Até o momento que me vi no seu lugar. As várias histórias se repetiam. As amizades que surgiam uma após a outra em troca de sentir, de vivenciar mais um pedaço de história, mais uma história de aconchego, desejos e trocas. Parece sempre como um “acaso” , mas nunca é. São idealizações traçadas com muita reflexão. Pelo menos da sua parte. A despretensão é sempre do outro lado.

Quando me vi no seu lugar, pude sentir o medo. O medo que te rodeia em “ficar sozinho”, o medo de não dar certo por detrás de toda essa aparência de “tudo bem”. Talvez seja justamente esse sentimento que nunca entendeu. Como as pessoas conseguem ficar sozinhas. Te respondo por mim. Que tenho medos e tendo amenizá-los.

 Sozinho podemos estar de fato só em casa, morando sozinho, ou andando sozinho. Ou, ainda estando perto de várias pessoas, conversando sobre várias coisas e ainda assim, sozinhos.  Há uma diferença entre solidão e solitude. Quase sempre enxerga a minha vida como solidão. E tenho meus momentos de solidão, mas muitos de solitude. Não confunda a fase atual com: sempre. Solidão, é o olhar de estar sozinho e não estar bem, sofrendo. Solitude é o oposto. É o contato consigo mesmo sem a necessidade de companhia. É estar bem com ou sem pessoas ao redor. Há um equilíbrio entre estar consigo e estar com o outro, e bem.

Talvez, esteja aí o viver cada coisa, e não aparentar cada uma delas. Esperando resposta de uma plateia que gera algumas ‘curtidas’, mas nem sempre de fato, estão preocupadas com você. Digo preocupação como forma de incentivo, de torcer por pequenas coisas.

Com os anos fui percebendo que  a sabedoria dos mais velhos existe uma razão de existir. Daquelas palavras ditas por uma senhora de cabelos brancos, são validas. Ninguém exatamente está feliz por você, sempre. Quem de fato está com você por você, comemora as coisas ínfimas, e não grandes conquistas. Comemora a “sorte” que teve no dia de não pegar aquela chuva. Comemora também e da risadas daquela chuva que pegou e se divertiu. Comemora o animal novo de estimação. Comemora aquela descoberta que mesmo já sabendo deixa você descobrir de novo e fica feliz. Sorri com a alma não com aparências. O Coração de fato fica feliz.

Enfim, de diversas histórias, hoje te entendo. Pra encerrar um primeiro capítulo sobre histórias contínuas onde deveria haver finais e não há. Pontas soltas que te enroscam sem você perceber.

Talvez, agora venha outros capítulos . Continuidade de vida. Vida sem medo, de solidão ou de não dar certo. O certo é o hoje, vivido a cada dia. 

quinta-feira, janeiro 18, 2018

Escrevendo um livro por sonhos

Dos sonhos que acontecem sem pedir licença, da vida que  vem em capítulos que ninguém escreveu. Você construiu, e o outro lê.

Dariam longo capítulos...

Devaneios jogado num papel.

A Universitária 
O curso tão pouco importa, se ligado a natureza ou não, se vinculado a burocracias e papeis também não. Sabe se que a paixão existiu ali. Veio gerando dúvidas, frustrações, inseguranças, medos.  Por qualquer “vacilo”  a vida mudou de rumo. Atou “nós” que viraram discussões sem fim, era o medo bobo de não dar certo. Insegurança em assumir uma responsabilidade: amar ao outro além dos outros.  Tudo não passou de “nós” dados com interferências de duas mentes inseguras no amanhã. Viria uma responsabilidade ali se um fruto dessa história brotasse. Não houve, a paixão dissipou ficou a mágoa revestida de visitas intimas ocasionais no intuito de não perder contato. Flagelação de vidas, ligação confusa num misto de expectativa e desgaste. História inacabada.


A funcionária
Veio da forma inusitada, interesses comuns, conversar simpáticas e beijos despretensiosos. Veio a oportunidade de sentir mais do que saber. Com o tempo sentir virou desejos, virou continuidade mesmo que enrustida de uma amizade despretensiosa. Pra se manter o elo, ela fez planos e projetos foram refeitos, oportunidades expostas por uma questão de: manter contato como fosse. Importante era ser lembrada, já que duas ou mais semanas o foco seria outro e ausência dele não deveria ser sentida por ela.  A proximidade continuou, ainda que de forma “meio assim” sem muito porque, só encontros carnais e conversas regadas de descontração. Rede de interesses sem fins concisos.


A ciumenta
Era o amor de infância, cresceram juntos ali, um de frente ao outro. Ela viu toda a vida dele acontecer. Desde as brincadeiras de médico as responsabilidade de adulto. Foram anos, mulheres, acontecimentos e viagens. E mesmo assim, se manteve ali, de fora da grade, com olhar voltado pra dentro da casa, espiando uma brecha, uma vínculo qualquer que mantivesse o que sentia acesso. Com os anos,nem o corpo bonito, da pele morena atraia mais atenção dele. Era uma insegurança que surgia e diariamente perguntava pra sí, se ele já a esquecera. Perguntava então a ele se o sabor dela ainda existia. Ele, mantendo mais um nó na vida, correspondia. Ainda que em sua mente só pensasse histórias corriqueiras, alimentava o seu ego e a expectativa dela. Mesmo com todas as dúvidas a mente da jovem continuava a produzir histórias, medos, receios e até orientações diferentes e questionamentos a fé. Ora! Se ele não a via mais como amiga nem mulher, que enxergasse como distração e diferença entre todas as outras. Um “nó” do avesso sem ponto final.


A paixão
Ela era morena, cabelos longos e tinha toda vida pela frente. O conheceu e apaixonou-se, entregou a ele sonhos, desejos  e segredos dos mais secretos.
Com tantas histórias passando diante deles se afastaram. Houve saudade, tristeza, conversas de dias e uma incoerência entre o que sentiam e que o que de fato acontecia. Ele então contou a ela, o que uma vidente disse sobre a sua vida. “Nó” que amenizou a dor do tempo, das queixas e dos sonhos.


A mulher do passado
Encontrou depois de anos, um homem formado. Aquela cara de menino franzino não fazia mais parte do visual, e talvez nem tanto das atitudes. Foi dali que nasceu o desejo. Vidas que se encontraram com o desejo a flor da pele. Encontro marcado pelo compromisso de viver uma vida a três. Responsabilidade precoce, cobranças despretensiosas e sufocantes. Escolhas feitas, tentativas inúmeras e uma certeza: o que existia ali era só o desejo e promessas de um homem que não sabia dizer não para os desejos. E uma mulher que nutria uma história acreditando no sim de todas as noites quentes. Existia ali, a força pra uma vínculo pra vida inteira, existia ali desacordos que parecem existir pra uma vida inteira. As falhas do passado desconstruiu uma aproximação. Hoje o elo permanece por não serem dois, e sim três.


A viajante
Ela conheceu despretensiosamente. Foi ele quem mudou o ritmo da história propondo um algo além, talvez um: sentir no lugar de saber o porque. E ela, resolver tentar. Seriam poucos dias e dali um tempo se esqueceriam. Ela foi vivendo um dia de cada vez, sem a pretensão de “ter que dar certo”. A aproximação era mútua, com histórias, trocas, risadas madrugada a dentro. Ele dizia entender toda a trajetória de vida dela, e acreditava em todo amor que ele sente pelo mundo. E ela ouvia todas as aventuras dele com os olhos brilhantes de entusiasmo.  Não houve adeus pra tudo isso, apenas um até logo.
Em assuntos divinos, perguntaram a ela porque não contar a ele,  de fato tudo que se passou, assumir então um vontade de ser mais que alguns dias. Ela com um “nó” na garganta, respondeu já em lágrimas, que tinha medo. Medo da distância. Medo de sentir que todas as imaturidades virariam brigas, e que a insegurança seja uma constante, já que ele mantém vários “nós”. Ao contrario dela, que a cada “nó” ela fez laços. Enfeitou seu passado e resolveu suas pendências. Os laços de amizade existem naturalmente, sem apertar, sem choro, sem medo de um até breve, que ano após ano ganham novas cores  e não dessabores. Aconselharam-na decidir sobre o que fazer. Ela até tentou contar ele todas as descobertas de sí, e sobre um “eles” que existiu, quem sabe fosse correspondida. Ele não teve tempo, ela então calou. Pegou toda história e guardou pra si, pegou o projeto de esperar mais um ano para revê-lo e reavaliou. Serão anos de amizade, talvez uma vida inteira sem ele saber a verdade. Se é que de fato, ele não sabe.

Das origens, da terra.
Interesses comuns, munidos de história encantadoras. A história vem sendo construída com quebras se não houvesse tantos “nós” distribuídos por aí. Vem no misto de amizade. Talvez ele encontro serenidade na vida pensando nela. Talvez ela aprende a rir das coisas sérias com ele. Novas histórias munidas de “nós” ou de nós. Vai saber. O tempo dirá...


(Aquele capítulo chamando: Veio por sonhos que ninguém acredita)

quinta-feira, outubro 20, 2016

Falando dela...

Aquele mapa astral com uma pitada de "senta lá Claudia".
 Como você nasceu num momento próximo ao pôr do sol, Gabriela, seu signo ascendente é Capricórnio que, combinado ao Sol em Câncer, sugere uma natureza introspectiva e profunda, capaz de se dedicar com afinco e extrema persistência às coisas que deseja. Uma tremenda força concentrada é o resultado natural desta combinação Câncer-Capricórnio, e você também conta com uma inteligência social pronunciada, uma capacidade de compreender o outro, de se colocar no lugar do próximo, justamente porque no momento de seu nascimento o Sol se projetava para o oeste - marca registrada de indivíduos dotados de uma alta percepção do "outro".(Seria isso Empatia??)
Cuidado, entretanto, com uma espécie de desconfiança fóbica oriunda de um exagero de percepção da dureza da realidade. A sensação de que o mundo é um terreno perigoso pode lhe conduzir a agir de uma forma muito defensiva, se censurando, e ainda por cima achando que os outros estão a lhe censurar, o que não é absolutamente uma verdade! Você nem necessita de outra pessoa a lhe criticar: você já tem a si. (Opa! Quase não faço isso o tempo todo rs*)
 Seus melhores objetivos são aqueles de longo prazo, portanto nem sonhe em batalhar por coisas que exijam resultados imediatos.
O tempo é seu melhor amigo, Gabriela. Imagine só: você une em sua alma a tenacidade do caranguejo, que prefere perder a pata a largar a isca, à persistência da cabra que sobe uma montanha. Seus melhores objetivos são aqueles de longo prazo, portanto nem sonhe em batalhar por coisas que exijam resultados imediatos (Isso também serve pra relacionamentos?). Há também um outro lado, entretanto: procure observar até que ponto algumas insistências suas são, de fato, relevantes. Como eu disse, muitas vezes o caranguejo perde a pata quando seria mais inteligente simplesmente largar a isca. (Mais uma vez , também serve pros relacionamentos?) E isso tem a ver com apego e teimosia, nada que um pouco de reflexão racional não amenize.

Seriedade demais pode lhe levar a parecer uma pessoa um pouco amarga, e de fato vale se questionar: até que ponto as coisas devem ser levadas com tanta preocupação? (né!? Depois de longas situações de stress vem sempre esse questionamento, sinal de que ainda é um processo que não aprendi) 

quarta-feira, setembro 14, 2016

A caixa, a cena, a diferença e a vida.

Dos cabelos brancos encaracolados que começaram a surgir em maior número pós 2014. Das mil dúvidas que surgiram pós o coração amolecer mesmo depois de tanta pancada. O que são 6 anos?

Se a cada 365 dias tanta coisa acontece, dois mil cento e noventa dias, é chão hein!?
Chão esse que andou me tirando sono. Sono esse que alimentou expectativa. Expectativa que novamente tirou sono.
É diferença de época, é vivenciar de alguma forma a mesma época. É encontrar duas gerações tão diferentes com valores iguais (talvez) e propostas diferentes de vida.
Bater de frente com uma força pra manter o foco e ao mesmo tempo ser perdido por tanta informação instantânea. É ter a diferença de pensar em estabilidade e ser instável em tantas outras áreas da vida. É ver que arriscar faz bem, que a aventura é incrível, mas ao mesmo tempo lutar contra qualquer coisa que te induza a situações de risco. O que é a vida se não essa vontade latente de acertar e dar certo, quando o “errado” das muitas vezes , pode não ser!?

O teatro de caixa avisou:
Surge o amor na história e com ele? As Dúvidas. E novamente o amor entra em cena, e com ele? Mais dúvidas. Entram os personagens em cena. Pausa dramática! As cenas continuam  e como toda boa história : a crise e o conflito.  Com o desenrolar da história surge: a esperança, e com ela? A alegria.  Novamente o amor é colocado em cena, e com ele? Mais dúvidas! O amor continua, e as dúvidas também (Dizem: o mistério é ser assim). E com o amor vem... Os amigos...  E a história volta a se repetir tantas outras vezes sol a sol  e noite após noite. Mesmo com a lua dos “apaixonados”, ali tão próxima à história se repete em meio a crise, torcendo pra que aconteça a felicidade. Foram assim 28 vezes no espetáculo e na vida real talvez mais... Ou menos...

A história que se passou na caixa, apenas de fato alguns ouviram... Ela passou entre os olhos e o que os ouvidos captaram ali, naquela hora, por fones nos ouvidos. Sem interferência externa, sem opinião alheia. Sem  especulações. Apenas de fato, o que existiu.

Ou não existiu?!

Vai saber!

Já dizia OTM : “Vai saber quem souber me salve!

(Sobra tanta falta)

quarta-feira, setembro 09, 2015

Desejar tudo.

Eu te desejo.
(Título sugestivo né? Rs*)



Sim, eu te desejo mais cafés em todo lugar no mundo.
Mais risadas no final da tarde. 
Um pôr-do-sol de aquecer o coração 
E uma luar daqueles de tirar o fôlego.
Humm pão de queijo! Queijo!
Te desejo que permaneça a humildade conquistada em saber pedir desculpas,
Quando de fato for assumir um erro.
Desejo que prospere ainda mais os sonhos até aqui planejados,
E todos os outros guardados no coração.
Te desejo ainda o que muitos consideraram loucura e pra mim é amadurecimento:
Viagens! Muito mais delas, sempre que for necessário sair da zona de conforto e se reencontrar. 
Reencontrar a essência, a origem, refazer novos finais.
Ah os finais! Nem sempre são felizes, fazem de parte de uma etapa. Já vi finais virarem recomeço.
Te desejo sabedoria pras horas que o coração apertar e quiser sair pela boca,
Tranquilidade e serenidade na hora de pensar e agir.
Te desejo mais “ogrisses”, 
Mais macarrão de madrugada com um bom vinho,
Mais risadas,
Mais programas de pescaria, mais “mexe no meu cabelo”,
Mais “esquenta meus pés”, 
Mais Gabrielas, mais bailarinas, mais administradoras... Todas as mulheres!
Mais intensidade onde quer que vá, durante o tempo que for necessário pra saber definir sobre suas escolhas.
Se isso te fizer mais feliz, mesmo que não pareça, ficarei feliz por você!
Talvez seja esse o real valor da amizade, amar até quando não te faz bem, ainda assim, desejar ver o outro feliz.
Ou talvez burrice. Vai saber!
Pode ser fase, ou não. 
Pode ser que fique assim pra sempre. 
Ainda que tudo que aconteceu se embarace e desembarace daqui 5 anos. 
Não importa. O importante é saber que aconteceu. 
Que vou guardar no coração.
Você, é um mito. Uma pecinha pra lá de irreverente.
Não acredito em coincidências, acredito em sabedoria divina de colocar na nossa vida quem precisamos conhecer.
Independe do que eu te falo de cabeça quente, que é quando 
O coração num “guenta mais” e sai pela boca da maneira errada.
Seja feliz! É o que deseja quem te conheceu e quis desconhecer em 30 dias. 
Quem, talvez, passe alguns meses e você não
se lembre mais. 
Mas, que sinceramente te deseja tudo de bom.


Poderia escrever de diversas formas e diversas línguas, 
O importante é: GosDI Mai doCÊ!
Com afeto,

Gabi.

sexta-feira, junho 19, 2015

O que pedimos

O medo, a dúvida, são frutos de nossa insegurança. A insegurança está cercada de elementos que contradizem nossa vivência e impede a fruição de pensamentos positivos. Como na música da Julieta Venegas :
“O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como un laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar”

Ver a letra toda: YOUTUBE


Aquela chavinha da porta que deixamos de abrir para novas oportunidades, o passo a diante que muitos não dão. É o medo do desconhecido que te anula.
Digo isso, por desde criança ser “programada” para enfrentar a vida e muitas das vezes ainda ter medo. Ainda parar de frente a enorme porta de ferro cuja chave está nela e não saber se realmente quero abri lá.
Por que falar sobre tudo isso? O que tem haver com o que “pedimos”?
Simples. Ou parece ser simples, depois de duas noites até dormidas, porém conturbadas em sonhos mil. Se acredito em sonhos? Muitos. Digo sonhos sonhados não sonhos de projetos e metas. Por muitas vezes me ajudaram a resolver questões na vida que neles eu questionei e refleti por muito tempo. Deve ser esse o motivo de falar enquanto durmo rs*.

Pois bem, de uns dois anos pra cá tenho pedido muito esclarecimento divino do que realmente quero e gosto na vida. E se consigo conciliar as duas coisas. Pedi ao universo que me surpreendesse. Sim! Desafiei e duvidei que algo assim existisse.  Existe!
Incrivelmente, encontrei alguém com uma criação, valores e objetivos na vida particularmente parecidos com os meus. Aliás, sempre desejei encontrar pessoas que entendessem minha paixão pela dança e a respeitasse. Que pouco entendesse de cultura, mas respeitasse. Que eu pudesse falar sobre Deus e as diferenças entre as crenças e não me julgasse por isso. Em resumo, que tivesse os mesmo valores e de bom caráter. 
Talvez, o mesmo tenha acontecido com o outro lado da história. Se questionou, ou duvidou, não sei. Mas sinto que por diversas vezes pediu o mundo “surpreenda-me se for capaz”. E novamente, a vida pregou a peça. Diz ter encontrado várias coisas que acompanham a mesma linha de raciocínio, as brincadeiras, os gostos e a forma de respeitar as escolhas e sonhos do outro. Esqueceu, provavelmente, que alguém que faça boa companhia, seria em qualquer lugar e da melhor forma possível. Forma essa que não o afastaria dos amigos, de forma alguma, agregaria outros grupos. Afinal, companheirismo não é para dividir grupos, é ver no outro a felicidade compartilhada e querer também estar nela sem precisar ser DON@ de ninguém.
O incrível? Não são as duas pessoas se conhecerem “num dia improvável”. É elas sem pretensão alguma de fazer acontecer, perceberem que aconteceu. Que a velha história do: “parece que te conheço há anos” é real. E o que impede de continuarem a diante? O medo.
Medo esse de influenciar a vida do outro, de invadir um espaço ocupado hoje por outros problemas e assuntos. Medo esse que envolve a vontade de estar fisicamente perto e provavelmente estar longe por muito tempo nos próximos meses.
Me vi, depois de muitos anos, de mãos e pés atados. Atordoada eu diria. Por não poder resolver da melhor forma possível se não “metendo os pés pelas mãos”. Quando um laço vira nó, ele perde o sentido de ser laço. Mas se há forças suficientes para desamarrotar a fita, a beleza do laço novo será consequência das duas pontas. Compreender, ou tentar, os motivos da outra ponta me fez pensar sobre isso. O que eu pedi por muitas vezes, fui atendida e por medo deixei passar? Até onde nosso medo mascara a oportunidade que a vida nos dá e fugimos? Se há fé, há cuidado e respeito. O desenrolar do nó é consequência, independente dos próximos meses e da boa educação que recebeu.
Entre tantos pensamentos das duas pontas da fita. Fico com a vontade de ser laço, um dos mais bonitos, pelo menos hoje. Afinal, quem estará vivo amanhã?!

Inconsequência? Talvez. Ou talvez seja a vontade de te fazer feliz por hoje. Um dia de cada vez foi assim que 2014 me fez existir...


quarta-feira, janeiro 02, 2013

Quase o caos


Há praticamente um ano que apareci por aqui e postei um texto sobre 2012. Este ano acabou sem praticamente um outro texto que valesse a pena (se é que algum vale). Para 2013 não pretendia escrever nada, fato. Afinal, reclamar da vida pra quê? Se tenho que agradecer.

Talvez a forma com que fico remoendo, analisando, todas as coisas, ou me corrói ou me deixa mais afim de que todas as outras aconteçam.
É 2013, você vem como realmente uma fase. Fase após uma outra que aprendi muito... E desaprendi um outro tanto. Confusa? Não, apenas crendo que a quebra de paradigmas é fundamental na construção do meu dia a dia. Fazer o que sempre duvidei que poderia, e não fazendo o que seria ululante fazer.

Ainda penso em vender conselhos, tem coisas na vida que você passou por tantas vezes burramente, que hoje sendo perito, nem se atreve mais em pensar como seria em passar pelo mesmo. Afinal, as coisas “mudaram”. Uma pena, nem sempre quem precisa realmente percebe (lo sinto malucas de plantão).

Por que o caos?
Porque foram quase 16 dias de férias em que descansar a mente foi um pouco quanto complicado, mas ao mesmo tempo renovei alguns “ sentimentos”. É muito bom saber a minha origem. Ter orgulho de onde nasci, de ter a educação e o carácter que me ensinaram, mesmo compreendendo que sou extremamente chata. Eu sei disso, e sei que você aí do outro lado concorda.

Fico por aqui, devendo um outro texto, daqueles com jeitinho de testamento. Um quê de quem anda reparando muito a vida... reparando os detalhes, e ao mesmo tempo planejando sem planejar o ano. O mundo muda constantemente. A ausência torna-se presença dos verdadeiros. A caridade uma raridade e seus medos geralmente realidade se não combatê-los . Um 2013 de saúde... o restante sempre dá se um jeito.  Sei bem disso!

terça-feira, maio 31, 2011

Novo chicletinho

O bom de gostar de música boa é admirar o conjunto: letras, arranjos e a  melodia.
Me indicaram, ouvi gostei...e virou meu novo chicletinho



Felicidade
Composição : Marcelo Jeneci/ Chico César
Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz.
Sem tirar o ar, sem se mexer, sem desejar como antes sempre quis.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Lembrará os dias que você deixou passar sem ver a luz.
Se chorar, chorar é vão porque os dias vão pra nunca mais.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
Dançar na chuva quando a chuva vem.
Tem vez que as coisas pesam mais do que a gente acha que pode aguentar.
Nessa hora fique firme, pois tudo isso logo vai passar.
Você vai rir, sem perceber, felicidade é só questão de ser.
Quando chover, deixar molhar pra receber o sol quando voltar.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e depois dançar, na chuva quando a chuva vem.
Melhor viver, meu bem, pois há um lugar em que o sol brilha pra você.
Chorar, sorrir também e dançar.
/Dançar na chuva quando a chuva vem./ (4X)