quinta-feira, outubro 20, 2016

Falando dela...

Aquele mapa astral com uma pitada de "senta lá Claudia".
 Como você nasceu num momento próximo ao pôr do sol, Gabriela, seu signo ascendente é Capricórnio que, combinado ao Sol em Câncer, sugere uma natureza introspectiva e profunda, capaz de se dedicar com afinco e extrema persistência às coisas que deseja. Uma tremenda força concentrada é o resultado natural desta combinação Câncer-Capricórnio, e você também conta com uma inteligência social pronunciada, uma capacidade de compreender o outro, de se colocar no lugar do próximo, justamente porque no momento de seu nascimento o Sol se projetava para o oeste - marca registrada de indivíduos dotados de uma alta percepção do "outro".(Seria isso Empatia??)
Cuidado, entretanto, com uma espécie de desconfiança fóbica oriunda de um exagero de percepção da dureza da realidade. A sensação de que o mundo é um terreno perigoso pode lhe conduzir a agir de uma forma muito defensiva, se censurando, e ainda por cima achando que os outros estão a lhe censurar, o que não é absolutamente uma verdade! Você nem necessita de outra pessoa a lhe criticar: você já tem a si. (Opa! Quase não faço isso o tempo todo rs*)
 Seus melhores objetivos são aqueles de longo prazo, portanto nem sonhe em batalhar por coisas que exijam resultados imediatos.
O tempo é seu melhor amigo, Gabriela. Imagine só: você une em sua alma a tenacidade do caranguejo, que prefere perder a pata a largar a isca, à persistência da cabra que sobe uma montanha. Seus melhores objetivos são aqueles de longo prazo, portanto nem sonhe em batalhar por coisas que exijam resultados imediatos (Isso também serve pra relacionamentos?). Há também um outro lado, entretanto: procure observar até que ponto algumas insistências suas são, de fato, relevantes. Como eu disse, muitas vezes o caranguejo perde a pata quando seria mais inteligente simplesmente largar a isca. (Mais uma vez , também serve pros relacionamentos?) E isso tem a ver com apego e teimosia, nada que um pouco de reflexão racional não amenize.

Seriedade demais pode lhe levar a parecer uma pessoa um pouco amarga, e de fato vale se questionar: até que ponto as coisas devem ser levadas com tanta preocupação? (né!? Depois de longas situações de stress vem sempre esse questionamento, sinal de que ainda é um processo que não aprendi) 

quarta-feira, setembro 28, 2016

Desfazer pra refazer...

Desabafo!

Desfazer do que te envolve as vezes é complicado.

Me pego pensando: “vi tal coisa massa, vou mandar msg pra contar”...
Vi um vídeo de um passo que dá pra estudar...
Vai passar na Tv aquele filme... Aquele que você indicou.
Aquela música tocou hoje na  rádio ...
Aquele exame que tanto insistiu, eu vou fazer...
Aquela mancha na parede, vou ter que limpar. Já teria, mas ela não me incomodava Hoje, me faz lembrar de como surgiu ali.
Aqueles dias parecem ter evaporado... Assim como água na panela de tantos dias de “panelaterapia”.
O bolo não fizemos. Sobrou a listinha anotada com todo itens que passou...
Queria eu poder amassar tudo como papel e jogar fora...
Mas é difícil, quando você dá valor a boas cias. Ou ainda raras amizades...
Sim, discordar também é dar valor. Respeitar ainda é dar valor.

Na hora da raiva você disse tudo que queria, tão pouco ouviu o sentido das palavras que eu tentei dizer.
Anda deslumbrado com o mundo novo. Ele tem carinho e colo, aconchego de amigos e vislumbra todas as coisas belas e pessoas diversas (indo contrário a tudo que sempre comentou).
Eu sou sim simplesmente... aquela “enorme” pessoa que ... Eu.  

Ofereci um coração desconfiado, mas que aprendeu a dar espaço.
Ofereci ombro, e ouvidos e muitas risadas... É o que tenho de melhor.
Um dia desses um vizinho no corredor comentou, “Sempre achei que você não morava ao lado, e estes dias ouvi uma das risadas mais gostosas e era do seu apto”.
Era felicidade, vizinho!
Era poder brincar com todas as coisas sem ferir o outro. Era puro “mimimi”.
Brincar de lutinha como irmãos, sem se machucar. 
Dormir e acordar juntos ou separados, mas em sintonia. 
Dançar no lago ou no mercado, dançar onde quer que fosse.
Era topar todos os passeios malucos que se quer aconteceram ou aconteceriam, mas na imaginação existiam.
Era poder dividir barraca, dividir ideias profissionais e ideias malucas...Risadas! Muitas, das mais escandalosas (as minhas) as mais sem motivos (as suas).
O canil dos vizinhos vai virar recordação...
Era poder olhar de canto de olho e torcer o nariz, e você entender todo contexto.
Poder escrever num pedaço de papel todas as ideias e rabiscos e mesmo assim você ler e guardar (!?)

No fim das contas, a gente precipita as coisas por querer que elas deem certo. Quando o errado de fato seria o ideal. Real ou ideal? 
Seria, mas não é. Então a ausência dói. O silêncio dói... Tentar não sentir nada dói.

Por que sou dessas que sente... Infelizmente.

Um dia aprendo, ou aprendem a me aceitar assim desse jeitinho.

quarta-feira, setembro 14, 2016

A caixa, a cena, a diferença e a vida.

Dos cabelos brancos encaracolados que começaram a surgir em maior número pós 2014. Das mil dúvidas que surgiram pós o coração amolecer mesmo depois de tanta pancada. O que são 6 anos?

Se a cada 365 dias tanta coisa acontece, dois mil cento e noventa dias, é chão hein!?
Chão esse que andou me tirando sono. Sono esse que alimentou expectativa. Expectativa que novamente tirou sono.
É diferença de época, é vivenciar de alguma forma a mesma época. É encontrar duas gerações tão diferentes com valores iguais (talvez) e propostas diferentes de vida.
Bater de frente com uma força pra manter o foco e ao mesmo tempo ser perdido por tanta informação instantânea. É ter a diferença de pensar em estabilidade e ser instável em tantas outras áreas da vida. É ver que arriscar faz bem, que a aventura é incrível, mas ao mesmo tempo lutar contra qualquer coisa que te induza a situações de risco. O que é a vida se não essa vontade latente de acertar e dar certo, quando o “errado” das muitas vezes , pode não ser!?

O teatro de caixa avisou:
Surge o amor na história e com ele? As Dúvidas. E novamente o amor entra em cena, e com ele? Mais dúvidas. Entram os personagens em cena. Pausa dramática! As cenas continuam  e como toda boa história : a crise e o conflito.  Com o desenrolar da história surge: a esperança, e com ela? A alegria.  Novamente o amor é colocado em cena, e com ele? Mais dúvidas! O amor continua, e as dúvidas também (Dizem: o mistério é ser assim). E com o amor vem... Os amigos...  E a história volta a se repetir tantas outras vezes sol a sol  e noite após noite. Mesmo com a lua dos “apaixonados”, ali tão próxima à história se repete em meio a crise, torcendo pra que aconteça a felicidade. Foram assim 28 vezes no espetáculo e na vida real talvez mais... Ou menos...

A história que se passou na caixa, apenas de fato alguns ouviram... Ela passou entre os olhos e o que os ouvidos captaram ali, naquela hora, por fones nos ouvidos. Sem interferência externa, sem opinião alheia. Sem  especulações. Apenas de fato, o que existiu.

Ou não existiu?!

Vai saber!

Já dizia OTM : “Vai saber quem souber me salve!

(Sobra tanta falta)

terça-feira, setembro 13, 2016

45" do segundo tempo



Talvez ...
Eu tenha que viver pra aprender que as vezes, quase sempre, o que realmente digo as pessoas, cabe de fato a minha vida.
Quase sempre comento que as surpresas também podem ser boas mas quase nunca vivencio isso, passa se a ser um conselho vago. E quando acontece, parece surreal.

E agosto com todo desgosto que costuma ser atribuído a ele, trouxe brisa, trouxe vendaval e como boa “canceriana”, saudades. Saudades da casa que não é mais minha, da fase que não é mais minha e de toda aquela euforia que fez um tempo acreditar ter uma família em Londrina.

É agora que rumo ao fim do ano começamos a fase “reflexão dos dias”, todo mundo passa por isso mesmo que afirme que não, nos quarenta cinco do segundo tempo (ano novo) acaba pensando a respeito.
O que veio de bom com 2016, o que se foi, o quanto a vida mudou...

Agosto foi com seus 53 dias longos e um sensação boa de novidade no ar. Setembro tende a reafirmar, o que tiver que ficar...

Aguardando os últimos meses do ano, processando toda informação nova. Tendo certeza que o processo é longo. Pedindo resiliência e plasticidade pras atitudes.


Do que adianta ser inteligente pra tanta coisa se tanta outras ser tão mole?!

quarta-feira, julho 20, 2016

Vaga-lume no potinho,sapatilhas na janela

Toda faxina vem em boa hora.

Tem sempre aquela dor e a dúvida de estar ou não fazendo a coisa certa.
Mas, sim, o universo conspira pra que dias melhores aconteçam.

É de dar alegria quando se acha um fiapo da esperança ali grudadinho no casaco que você guarda a anos de todos invernos vividos.
O fiapo existe, e é como luz. Você o guarda como quem guarda um vaga-lume no potinho, com todo cuidado pra que não morra (apague).
E nessas horas, ainda sem expectativa, você então poe no papel toda imagem refletida daquela pequena luz do pote. E ela reascende a vontade de alguns projetos guardados na gaveta.

Não é a primeira vez, que a vida surpreende colocando pessoas que até então não são tão próximas, ao meu lado, dando apoio. E como reerguer um pilar tombado. Você fica sem chão, sem muros e aprende a reerguer um por um.

Um dia de cada vez com equilíbrio.

È assim que a bailarina sai do palco mas não deixa  cena de lado...

Ilustração Petite Pirouette _ Gabriele/Stephanie

sexta-feira, maio 20, 2016

Sobre os monstros e o inferno astral

Em analise fria de cada fato ou de cada passo descompassado. Vejo que o inferno astral as vezes reside nos piores monstros que estão aqui dentro. Todos saem em maio em busca de arejar as ideias próximas a mim.
E quando você passa a dar as mãos pra cada um deles, deixar de ser tão “sofrido”.

Aniversário é renovação, com ou sem planejar nada é ter consciência do que de fato de move, o que de fato não agrega e o que realmente deseja.

Eu vejo a luz ali logo alí a frente.
Um alí bem de mineiro, pode ser a dois passos como muitos anos luz à minha frente. Não importa, tá lá! Pra progredir. Pra renovar...


terça-feira, abril 26, 2016

Também passa...

Dos fins que não justificam os meios, ou justificam.
Sei que a cada dia o processo tem sido de descobertas e tentativas.

As vezes, a sensação é como no famoso ditado: “Descobrir um santo pra cobrir outro”.
Ao descobrir um dos monstros internos e tentando resolve-lo, apareceram tantos outros.

Acreditando que estava resolvendo um problema, criei outras questões aqui dentro. Um “mexido” de sentimentos...

Algumas perdas eu tive...
Já faz tempo que sinto uma frieza desmedida onde “por ser forte” . Não sou das que são calorosamente escandalosas, nem do puro recato, apenas alguém tentando controlar a imensa vontade de dizer o que está vendo e não guardar a bela frase: “Te avisei!” para o final.

Ainda tentando enxergar os ganhos. O coração pedindo paz pra alma inquieta.
E uma voz lá no fundinho dizendo: Vai passar!

“Isso também passa! “.