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segunda-feira, março 27, 2017

Ah! Essa menina.

Ela nasceu no Nordeste.
Não, não...  Ela é de Minas Gerais.

Já me avisaram que mineiro é “baiano que não terminou de subir a serra”.
Parou  no caminho pra uma prosa, pra uma reza e quisá um golin de pinga.
Quem dera, tivesse mar  pras bandas de lá.

O coração dela já parou e voltou a bater inúmeras vezes.
Quase morreu de amor...
Quase se foi com a solidão...
Solidão que ela escolheu por querer um mundo só seu.

Das asas que os pais deram, ela aproveitou para voar.
Do chão que a razão lhe traz ela aprendeu a pegar impulso.
E do coração que nasceu com ele, ela ainda teima em escutar.

Ah! Essa menina. Essa menina de moça prosa, que é ligeira e não é formosa.
Geniosa! As vezes teimosa.

Ah! Essa menina...
Não faz parte desse mundo quando dispara a falar da vida.
Quem dera poder enxergar a vida por esses olhos brilhantes.
Que insiste em ter uma felicidade constante.

Insiste em dizer que já viveu um século.
Que tem a alma jovem e o espírito de velho.

Pouco sabe ela o que quer da vida.
Pediu o universo que traga alegria.

A alegria vem todo dia ao amanhecer...
Quando ela encontra motivos para agradecer.
Ela abre os olhos e lembra que hoje não é mais um dia.
Hoje é O dia pra viver.


Ah! Essa menina...


sexta-feira, janeiro 27, 2017

" Para reabrir o mundo e fazê-lo dançar"

Ilustração: Luiza Normey (https://matizablog.com) 



Acordei e desejei que com o passar dos meses...
A vida tivesse diluído o que aconteceu.

Sinto falta da inteligência.
Sobre falar de todas as coisas... Das mais capciosas as mais corriqueiras.
Do sorriso bobo... Das gargalhadas de dar soluços.

De ver as coisas por um outro ângulo que não fosse só o meu.
De deixar fluir a amizade que caia bem, que surgiu sem pretensão de “dar certo”...

Talvez  a lembrança tenha surgido a mente, depois dos olhos notarem em um filme, o quanto em comum parecia* existir... E que amizades assim acontecem ...

Coisas boas acontecem.
Ruins também!

E com todas elas o aprendizado de que nada é pra sempre.
Por isso: “ Isso também passa”.

*parecia por ser como eu vejo a situação, de  fato hoje penso que não sei bem o que era para você.

sexta-feira, novembro 04, 2016

Quando as pistas levam a ... Sonhos!

Voltando  a fazer as pazes com a tranquilidade.

Em meio à meses turbulentos do ano. Em que muitas situações aparentemente pacíficas e puras foram sendo mostradas como interesseiras e descometidas. Novembro vem pra acalmar.
Ando agradecendo, mais do que pedindo, de novo. Eu, sei parece falsa modéstia, mas atribuo a minha falta de capacidade de pedir com medo de exatamente pedir errado. Nessa horas viria uma frase irônica sobre esse fato, mas vou abrir mão dela é pensar que uma hora eu aprendo a pedir... Tô tentando ser um tico menos irônica com tudo...

Por estes dias tive um sonho, não sei se pesadelo porque as falas da senhora loira me deixou inquieta.
Mas tenho ideia de que isso não me sirva de fato agora. Parece mais um daqueles “problemas de criação” que quando você desconecta é que vem a melhor saída.

Não sei quem era, nem tão pouco sei se conheço alguém como ela. Mas ela calmamente comentou sobre equilibrio, sobre as coisas estarem desalinhadas pra poder voltarem ao normal. Que mesmo precisando hoje de cuidados, viriam até a minha presença pessoas precisando de mais cuidados e seria por elas que eu ficaria melhor. Não sou madre Tereza (entenda, isso náo é um deboche) nem ninguém importante digna de uma atenção grandiosa. Mas realmente em algumas situações me vi mais preocupada em ajudar e fazer as coisas pras pessoas do que pra mim. SIMMM eu acredito na lei do retorno. Mas tenho esquecido de respeitar os meus limites...  Sabe quando lembro disso?
Quando “tchanam!” o corpo pifa total. Você se vê doente e pergunta-se em que parte da história não notou os sinais. E olha! O que geralmente acontece quando o corpo adoece o primeiro que fica desequilibrado é meu senso de humor... E você se frustra por não ter prestado atenção e ter chegado a algo tão extremo.

Sobre a loira, ela tinha cabelos nos ombros partidos ao meio lisos e dos olhos azuis. Pareço ter visto ela em algum lugar, mas tentei numerar as pessoas loiras ou com o mesmo cabelo e não lembrei de ninguém tão próximo a imagem que vi. O olhar talvez me lembre alguém... Não tenho certeza.  Mas, lembro de ter visto a mesma expressão nos olhos há um tempo atrás. Vai entender!

A ultima frase foi “ Está dentro de você toda essa inquietação por ter mais pra dar do que pra receber, não espere receber, mas saiba que merece receber, sempre.”

E assim acordei sem saber quem era, nem quem poderia ser. Com a certeza de que aquele olhar ..HUmm esse, me parece familiar...