sábado, setembro 10, 2011

Inconstante

A forma de olhar nos olhos, de abrir o sorriso e de dizer o que se passa.
Encantadora e simplista. Sim, um jeito único de saber o que o outro pensa.

Inconstante como a lua... é fato!

domingo, setembro 04, 2011

Domingo!

Talvez eu entenda tudo corretamente como deve ser, e talvez nem tudo seja como deve ser! ... Domingo é dia de pernas pro ar, cabeça nas nuvens!

quinta-feira, setembro 01, 2011

Alma e coração


Ah se meus pés falassem, agradeceria cada bolha, cada calo e cada esparadrapo grudado. Riria comigo das vezes que ele por cansaço não obedeceu me levando ao chão e que por muitas vezes por força me levou a grandes saltos.  Fez de mim uma bailarina que por muitos anos dedicou a vida e abdicou de uma infância comum pra ser feliz dançando.
Quantas e quantas vezes não andei de patins nem de carinho de rolimã por que o festival se aproximava e lesionar seria um erro, esfolar então, uma catástrofe.
Aprendi desde os quatro anos que dançar era mais do que gostar das músicas clássicas que ouvia e ficar quase japa com os cabelos todo puxado para os coques impecáveis. Era disciplina, era treinar, era ser chata com contagem de tempo e ainda assim colocar as coleguinhas no lugar (sim sou antipática e detalhista desde criança). Aprendi novinha com uma professora carinhosa.  Depois de anos, depois de muitos professores extremamente qualificados e dedicados, larguei tudo!
Ser bailarina é estado de espírito, é pensar em passos quando anda, quando toma banho e principalmente quando houve uma boa música tocando.  Ser bailarina é fazer cara de tudo bem quando o sapato aperta e o corpo boicota. É graciosidade acima de qualquer “sobrepeso”  é acima de tudo ser feliz por dançar.
Depois de cinco anos quase sem dançar o corpo enferruja, o pé, os joelhos doem, mas a alma sempre vai ser de bailarina. A vontade virou prática em Londrina reascendeu o foguinho de tentar mais uma vez.  Bom retorno alegria no coração e pessoas fazendo parte dessa alegria.
Enfim, uma coisa eu digo, se morrer posso não usar o Tutu (pronuncia-se "titi" ou too-too), e sapatilhas, mas terei comigo a alma e o coração de bailarina.

sexta-feira, agosto 26, 2011

Quem conta um conto, aumenta um ponto.

Hoje eu corro, pra manter a linha, ter a compostura de ver a vida continuar.
Amanhã é outro dia e volto aqui pra contar o dia em que perdi minha mala!

Bjus

terça-feira, agosto 16, 2011

Nem rastros nem restos. Só fatos.

"A partir de hoje, uma vida feita de fatos."

Pois é Caio Fernando de Abreu disse e aqui estou eu apoiando.
Fatos são a constatação de que a vida segue as cosias continuam e algumas pessoas estão paradas sem evolução nenhuma. Vendo a vida passar às “Brancas Nuvens...”.
Talvez meu maior defeito seja aguardar isso. Essa mudança, querer acompanhar de perto que o mundo respira, que há vida lá fora, e tanta gente perdendo.

Enfim deixando os sentimentos mais uma vez de lado. Já dizia Cazuza “ o tempo não para , não para, não , não para”.
Continuando a viver... parando de pensar e agindo muito mais. Quero fatos nem Rastros nem Restos só fatos.

quinta-feira, julho 28, 2011

Antes que seja tarde

O dia amanheceu feliz apesar de todo cansaço físico. Notícias durante o dia nem tanto, amigos perdendo amigos do peito em acidentes, e jornal julgando como bem quer a notícia, eu sentindo um clima de despedida em diversas ocasiões.

♫  "alguma coisa acontece em meu coração" ♪...

Como a minha  vida tem trilha sonora, hoje vamos "mais do mesmo" quem me conhece saber bem minha relação com Pato Fu em específico duas músicas. Uma delas :



Bjinhos com gosto de sexta que tá logo alí.

domingo, julho 17, 2011

Doando o que se tem



É eu sei, falei que voltaria aqui e escreveria um monte de coisas. Ah nem sei por onde começar com tantas possibilidades e tanta coisa pra falar. Resolvi falar apenas de uma que apesar de toda dificuldade eu adorei. 

Doei sangue sexta. Sim, foi a minha primeira vez. Motivo? Em MG sempre achei longe e por um bom tempo (pasmem mas é verdade) eu não tinha o peso suficiente, agora eu tenho de sobra rs*

Lá fomos nós, nós porque tem sempre um amigo comigo. Depois da mini entrevista com o médico e perguntas tipo: - Por que resolveu doar sangue? Fizeram parte do contexto. O motivo é simples agente teve essa ideia e lá fomos nós. Nada de extraordinário. Foi simples. "Ou vamos doar sangue? – Sim, que dia? - Qualquer um! – Ok vamos! 

Depois de todas as perguntas a parte estranha achar uma veia na Gabriela. Tenho noção que elas são finas desde 2008 ou 2009 que tive uma crise e fui parar no hospital e quase não conseguir tomar medicação pelo simples fato das minhas veias sumirem quando se precisa delas.  Resumo: fui furada nos dois braços e consegui doar graças ao meu braço esquerdo. Servi de aposta entre o médico e funcionário de que eu desmaiaria antes de conseguirem achar minha veia. Bom o funcionário ganhou, afinal eu aguentei. Nem foi ruim não tenho gastura de sangue. Como meu amigo japa diria, se estivesse presente: "Sou mais macho que muito homem". Gostei da sensação de doar sangue, uma pena poder fazer de novo daqui 3 meses. Tá, o corpo depois fica meio mole... ir pra aula de dança foi meio cansativo logo depois, mas mesmo assim valeu a pena. Farei quantas vezes sentir necessário por conhecidos ou desconhecidos. Talvez eu não tenha noção de que como é ter um sangue compatível no banco de sangue, quando alguém precisa dele. A minha parte eu fiz e você?!

Por hoje é só. Domingo de preguiça, de trabalhar com projetos em casa e acabar o dia caminhando no lago. Bjos e eu voltarei, só não sei o dia =P.