terça-feira, abril 19, 2011

"Nostalgicamente " insatisfatório

AH! Nostalgia.
Acordei com saudades...
Aquele sentimento bobo, de que coisas boas aconteceram.
Ter colo, afago e carinho me fazem lembrar...   O que eu não deveria lembrar.
Fazer o quê?! (sou humanamente normal, ou não)
Prazer, meu nome é Gabriela e hoje eu vivo sem* você!



*sempre vivi né? 


sexta-feira, abril 15, 2011

Rá!


O Rá aí de cima é como se fosse um BUuu! Ou, te peguei !
Por quê? Simples, descobri a verdade absoluta das pessoas que mascaram certa educação sendo que por trás falam mal de você. De onde eu vim tem outro nome: Falsidade. Triste isso. Sorte a minha que a vida seguiu de uns anos pra cá e independente do que acreditavam de como seria, vou bem, obrigada!
Não vim aqui pra descrever a situação ou falar mal de ninguém. Simplesmente afirmar somente pra mim (ou não)  que as escolhas que eu fiz, até mesmo na profissão, tenho levado até o fim. Talvez de uma forma meio paralela ao que iniciei, mas falando emocionalmente: mais realizada. Isso é assunto pra outro post, que vai no outro blog em breve , aquele, que andava meio abandonado.

Então até logo. Volto em breve. E a você obrigado por fazer parte de uma boa parte da minha vida, mas ter contribuído hoje pra saber que algumas pessoas precisam ser assim em defesa dos seus próprios defeitos. Aponte os dos outros e esqueça os seus, bom lema hien?!

quarta-feira, abril 06, 2011

Em tempos assim





♫ It's times like these you learn to live again 
It's times like these you give and give again 
It's times like these you learn to love again 
It's times like these time and time again ♪

sexta-feira, abril 01, 2011

A vida...

Uma Luta diária, uma filosofia pra vida, frases que se encaixam e músicas que sonorizam.

O que seria de nós sem o sopro, leia-se vida. Sério, nas várias conversas filosóficas que tive essa semana em busca de entender um pouco onde eu errei, se é que eu errei, tive conversas que mesmo com toda brincadeira diversão foram consideráveis. Até mesmo que se ela (a vida) fosse fácil o nome seria tutorial ! (Jessy... ainda vamos escrever um livro, lógico que só nossas mães corujas comprariam).

Ah lá vem àquela fase: Quem eu sou? Pra onde vou? O que quero comer? O que estou sentindo?

Sério, não gosto. Ultimamente não to gostando de tanta coisa. Que chega a ser cômico. Tá eu sei essa fase é a da #TPM, mas não é só isso, eu garanto que não e estou BEM longe do tal inferno astral até onde eu sei nasci em Junho né? Não em Abril. Agora veio nitidamente o som da risada da minha irmã que concerteza ao ler vai pensar, essa é a Gabi. Humor acído.. Tão quanto meu estômago que anda rejeitando diversas guloseimas, e não, não é por dieta (apesar que ando muito fofa) simplesmente por não ver graça ou “enjoou !” .  Não quero macarrão, não quero Milk shake, chocolate, muito menos sorvete (sim é verdade). AH ! Não quero feijão.. arroz já não comia mesmo. Posso viver de queijo e Doritos? Rs* Esses ainda passam pela cabeça (tem dias). Enfim, esse enjôo é estranho, até de mais, mas deve passar. É fase, uma hora passa.
Ontem na aula de kickboxing, aliás, depois dela, que é quando meu corpo libera substâncias que me deixam feliz, decidi que vou levar as coisas sem pensar de mais. Tá! Quem me conhece sabe que pra mim é muito complicado essa parte, calculo erros às vezes os acertos só que sempre tenho mil planos, decidi não ter nenhum. Vou ter idéias, mas sem tentar por em prática, só colocá-las quaaaaaando as circunstâncias realmente colaborarem pra isso.
Motivo? Pode ser, por que acreditei ter começado o ano com uma energia muito boa que acabou furando no meio do caminho. Conheci, e vivi algumas coisas bem legais que como fumaça de um cigarro no vento, desapareceram (cigarro, vento, pessoas, entenderam? Piadinha interna, ou não)
O fim do ano se aproxima, parece exagero mas logo logo vou vir aqui desejar feliz ANO TODO, como sempre faço! Então até lá vamos conversar, ter idéias e nada de planos (será?)

Caminhando contra o vento
Sem lenço e sem documento
No sol de quase dezembro
Eu vou...
Sem lenço, sem documento
Nada no bolso ou nas mãos
Eu quero seguir vivendo, amor
Eu vou...
Por que não, por que não...

PS: Não posso esquecer... uma frase ecoa todos os dias na cabeça " isso passa, tudo passa". (será?) Obrigada por me fazer lembrar disso.

quinta-feira, março 24, 2011

24 Horas – Gabriela Bauer

Essa palhaçada de “Bauer” eu inventei (plágio puro) pra contar o curto tempo que fiquei em Minas nesse fim de semana. Amei!!! Com certeza. Sentir que você tem pessoas que te querem bem mesmo que seja pra dar um breve abraço e um “até logo”.
Relatando às aventuras:
Saí de casa muiiiito cedo pra um sábado derivado de uma noite mal dormida na sexta. Aliás, insônia é uma coleguinha muito insistente que anda aparecendo nas minhas noites. Não tô afim de papo com ela, e mesmo assim ela insiste em me fazer companhia altas horas da noite.
Pronto, Gabriela embarca e faz conexão em SP. Pra variar vôo atrasado..então lá vamos nós ficar umas duas horas de bumbum na cadeira... twittando...vendo facebook (tá virando vício isso).  Eis que avisto o Maestro ( João Carlos Martins ) simpatia de pessoa. Parou e ficou conversando, não diretamente comigo, sobre música a influência na vida das pessoas e sobre regionalização cultural. Ele percebeu meu interesse (quase uma bico de conversa) e perguntou sobre o vôo onde estava indo e tal... o achei simpático, comentou que eu fazia bem em aproveitar os poucos amigos que tenho e família que tanto amo, nem que fosse por apenas um dia.
E a sala de embarque esvaziou e encheu inúmeras vezes... e eu ainda lá sentada esperando... Depois que o maestro partiu se não me engano ruma a Uberlândia ou Brasília não percebi muito bem o que falaram sobre o vôo dele, mudei de lugar, fui pra perto do portão que estava descrito na passagem. Senta uma moça do meu lado com uma menina de mais ou menos uns 3 anos... Que cochicha no ouvido da mãe (bom ela tentou mas eu ouvi) _ Mãe essa moça tá tão séria, estou com medo dela. Ouvi e me senti mal... cadê a  Gabi brincalhona.. A que fala besteira e sorri. Sério me lembrei de Juh uma amiga que vive comentando que não vê sorriso em minhas fotos. Me assustei com isso, um assunto tão bobo que me fez pensar qual é o meu “amargo “ da vida. Porque essa seriedade toda? Enfim, acabei abrindo um sorriso e perguntando o nome da pequena mocinha. _ Mirela! Mirela, parecia comigo quando criança, pernas compridinhas cabelos encaracolados. Fiquei um bom tempo conversando com a mãe dela e ela. Para minha surpresa estavam indo para Betim , a cidade que tanto conheço e gosto. E não é que aprofundando a conversa Regiane (mãe de Mirela) estudou em Juatuba na Turma de  Adm. da J. Andrade onde também me formei um ano depois dela. Tivemos bons assuntos, risadas... Mundo grande esse, não?!
No vôo tudo tranqüilo, aquelas coisas todas de come lanchinho, mastiga bala. Mirela chorando, gente lendo as revistinhas.  E lá vai novamente surgir pessoas pra bater papo. Agora um mocinho que pra mim tinha cara de uns 20 anos. Renato, simpático paulistano que comentou do que fazia onde morava porque ia a BH. Rimos de coisas nada haver trocamos figurinhas de mercado de trabalho e segundo ele eu tenho uma forma de transformar tudo em sátira. Sei lá, nem tava de TPM, quando estou que debocho de muita coisa. Pra diversão da minha irmã e das minhas amigas de todos os dias.... Enfim vôo atrasado... Chegando no aeroporto cada um segue seu rumo e la se vai mais uma “amizade de aeroporto”.
Minas, solo mineiro...ventinho, montanhas e cansaço. Cruzes cheguei tão estranha sono com preguiça com mala pesada parecia ter mais uns 15kg junto comigo. Lá fomos nós, o problema de ir de avião é que sempre pego o tal ônibus que vai de Confins a rodoviária e de lá para o metrô até a casa dos meus pais... luta viu. Porque demora. Lógico, não sei como está o transito em BH, provavelmente nada semelhante com o de Londrina, mas acho mega demorado esse trajeto.
Chegando em casa:  Ver minha mãe... Perturbar meu pai e amassar meu cachorro não tem preço!!! Mas fui logo pra correria de arrumar unha escolher vestido.. que cá pra nós foi complicado, além de uns quilos a mais, eu ando fortinha nos braços coisas do boxe?Não sei ..rs* foi uma luta, me senti nocauteada pelas roupas de festa que tanto não gosto de usar. Mas fui bunita e ponposa segundo minha mãe (mãe é mãe) pra formatura de uma grande amiga... Quase da família se não fosse o sangue. E o carinho que elas tem por mim (Angel e Paulinha) é tão grande que me sinto da família.

Adoreeeeeei a formatura. Mesmo eu meio baqueada com sono e com a cabeça em outro lugar me diverti, conversei bastante, dancei, conheci pessoas, reencontrei pessoas.. e o principal participei de uma etapa muito importante da minha “prima”- amiga. Me fez lembrar de minha formatura, do sentimento de “cheguei lá” de vamos encontrar de novo, ou não.  Saudades!!!
Domingo mesmo durmindo às 6, o jeito foi acordar cedo ir no mercado central comprar queijo e trazer as encomendas. SIMMM queijo em MG é mais barato que aqui. Bom eu achei. Mas me esqueci de comprar o biscoito Aymoré rs*. Ainda recebi telefonema de quem ficou sabendo que eu estaria lá , recebi visita de amiga e ate twitter pra almoçar . Voltei de tarde chegando em Londrina só bem anoite cansada..com sono  sem amizades de aeroporto porque comecei a ler um livro que momis me emprestou. Essa foi as 24h corridas em MG. Valeu a pena, pelas pessoas e por matar a saudades, viajaria assim novamente. 

quinta-feira, março 17, 2011

Quase ... quase e enfim!

Não é de hoje que venho batalhando pra alugar um apartamento em Londrina. Esse post está um tanto quanto atrasado. Na mesma época (aproximadamente) do ano passado, destilava aqui meu "suave" veneno de morar em uma cidade universitária que pedia um fiador e outras requisitos burocráticos na contratação de uma moradia um tanto quanto absurdos, já que era, ou ainda sou, novata na cidade.
Caramba!!! Um ano se passou e hoje posso ter orgulho de usufruir do meu cantinho.
No começo assusta, estranha o fato de estar de novo sozinha, hoje gosto de andar no "Zerão" ... de ir na "Feira da Lua" e ter o privilégio de chegar em 20 min pegando 2 ônibus no trabalho, de morar no centro e mesmo assim ficar longe de muito barulho.
E meu cantinho é assim... cabe pouca coisa, mas recebe bem os amigos. Falta luxo mas não falta conforto.Vou vivendo. Um dia de cada vez...Conquistando aos poucos, tentando ganhar meu espaço na terrinha do" pé vermelho" . Tentar é melhor que plantar os pés no chão o pensamento nas nuvens e esperar que as coisas caiam dos céus... ou do bolso dos país.

Londrina ... a "pequena Londres" do Brasil.

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Procurar

Procurar as vezes cansa.
Dá pra ser achada por favor?

Impaciência momentânea de pessoas, coisas e afins.

Depois de um fim de semana atípico, descobre-se que pra algumas pessoas você tem uma presença tão importante quanto podia imaginar. Afinal "o que vale é a companhia".

Mania de canceriano de achar que o problema te envolve que você quase sempre é o problema. Abraçar o mundo sem ter tamanho pra isso.
Ainda bem que é fase.

Feliz por novas conquistas.... novas pessoas.
Como diria momis nos seus momentos "colo e afeto" Por mais  que seja caranguejo... o negocio é andar pra frente  no máximo para o lado. Pra trás ? De forma alguma.

Que venha 2011!!!!