quinta-feira, agosto 23, 2012
Ingratidão, sim!
Alguém me explica tamanha falta de noção? Teorizar sobre o que acredita ser culpa dos outros é totalmente "no sense". Que bom que recebi um obrigada por tudo que tentei por você mocinha, agora esclarece para sua consciência que nem todo mundo vive em função de você ou de preocupar com sua vida. Imaturidade de fato.
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quarta-feira, dezembro 28, 2011
2012 e todos os outros
Escrever é sempre o
melhor remédio.
Digo isso de uma forma
simplista.
2011 foi o ano divisor
de águas, fato. Aquela velha historinha de afastar as pessoas que
não te fazem bem, aproximar tantos outros que fazem o necessário
pra te fazer feliz,(elas) existem!
Post com jeito de ano
velho x ano novo.
Tenho visto
mediocridade, falsidade e a valorização desacerbada de coisas
fúteis de hoje e mesmo com tudo isso, tenho fé na humanidade (nos
seres humanos nem tanto).
É a velha historinha
de não esperar do próximo valores. E adorar no outro a alegria. O
ano vai se despedindo e com ele deixo o querer para o “poder ser”
ficar ainda mais latente.
Os projetos que tanto
prometi não fazer, já fiz. Na verdade, organizei as ideias. Da
forma mais incentivadora e positivista tudo vai acontecer de forma
estruturada dando certo ou errado os riscos são menores. Estou quase
fazendo uma analise Swot do ano. Que venha com medidas e cuidados.
Com acertos e erros. Porém que eu não me curve nas dificuldades que
com certeza vão aparecer. Já viu a minha vida ser fácil? Creio que
não. Se assim fosse talvez não teria tanto orgulho dela. Que venha 2012 e todos os outros anos.
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sexta-feira, dezembro 02, 2011
Teia da Vida
É a vontade que fica e a solução que vai.
Poderia eu, escrever sobre vários acontecimentos ruins. Ou diversas coisas boas. Grandes coisas acontecem com quem pensa em grandes feitos. Grandes tombos acontecem com aqueles que pensam em saltar bem alto.
Eu estou aqui em Londrina, subindo cada degrau e às vezes escorregando em alguns. O fato é que aprendi a tentar não expor tanto os problemas afinal, o sentimento de dó alheio não me favorece em nada. Sei que o fato dos amigos às vezes não terem 100% do tempo , não quer dizer que o amor diminuiu ou a paciência. Bem sei que o que tem ficado é saudade de casa, a vontade de poder recortar a casa e as pessoas e colar em outro cenário (Londrina). É praticamente um sonho infantil, olhar pra minha vontade e trazer pra realidade que me convém. Egoísmo sim, achismos. É a vontade de ver as coisas acontecerem.
Serei eternamente mineira, sentirei falta sempre do feijão, das belas paisagens, dos amigos de roda de violão e acampamento e principalmente do biscoito aymoré. Mas hoje, queria construir uma vida aqui sem pensar em “ter que” voltar. Seria a passeio, com direito de ir e vir, de ter o poder da escolha e não da necessidade. Tudo bem, conheci pessoas por aqui que não me fazem ver a construção do caráter de um Londrinense com bons olhos, mas se bem me recordo isso acontece em qualquer lugar , seja em solo mineiro , baiano, curitibano ou africano , sempre vai existir um pra falar falar mal ou desejar mal e até mesmo ter inveja sucumbida de um desejo doentio de repelir você. Vai entender. O ser humano tem razões e vontades que nem Freud entendia . (né?)
Sei que é assim. O coração dispara em pensar em soluções, a vontade no peito tem vontade de gritar e o medo agita toda a mudança. Porém maior é aquela força que cuida da minha vida. Bem maior ainda é o que vem tecendo a teia da vida.
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Local:
Londrina - PR, Brasil
domingo, setembro 18, 2011
A mala sem “alça”
Lembrei finalmente contar o dia em que a mala
sumiu. Viajar tem o lado bom de rever
pessoas, programar passeios ou simplesmente curtir a família.
Ir pra Minas é umas férias com
gosto de quero mais pelos amigos e boas companhias, e um gostinho de quero isso
somente a passeio. Tá certo eu acabei flertando de mais com Londrina, me
envolvendo, apaixonando até que a desilusão chegue. Tenho pra mim que essa
parte não chega nem com todas as desventuras que já vivi por aqui.
Foram quase 10 dias de ir atrás de
documentos, mandar currículos, bate papo chamego com meus pais. Adorei rever os
publicitários de 2009, fazer uma aula de Jazz muito boa e encontrar os
ex-alunos do Sesi. Aliás, depois de quase 10 anos de formados e alguns depois
de uns 15 anos sem contato, uma certeza eu tenho: Fomos felizes na infância.
Afinal plantar cenoura, pentelhar o coleguinha, olímpiadas, paixãozinhas de
criança, apresentações de dança de tudo um pouco aconteceu. Foram dias de encontros e despedidas (né
Angel?) válido, faria sempre se pudesse, tipo a cada três meses. Passo muito
tempo sem ir a Minas claro, ainda existe uma grande parte de mim que loucamente
Mineira.
Publiciários - J. Andrade - MG
Despedida do casal que tanto gosto
Voltando a “pequena Londres”
chego de viagem à tarde, cansada, amassada. Sim, cansada. Ilusão achar por
avião ser mais rápido não cansa. Lógico melhor que as quase 21 horas dentro de
um ônibus “pinga-pinga”, mas de Londrina a Minas (vice e versa) tem conexões
que demoram que particularmente me deixam lerda. No aeroporto de Londrina aguardo a tão pesada
mala (quando volto de Minas tenho a sensação que carrego mais coisas do que
precisava e venho trazendo menos coisas do que realmente queria tipo; queijos e
doces). Cadê? Aguardo. Passam- se malas
rosa, de bolinhas, as convencionais pretas e umas meio “safari” (leia se zebrinhas
e oncinhas) e nada da minha. Ops! Minha não voltei com tanta coisa que tive que
solicitar a do meu irmão que é maior e teoricamente mais confortável de carregar.
Tá aí uma coisa que não entendo mala mesmo de rodinhas é desconfortável,
acredito que o meu tamanho não colabore muito também pra tais eventos.
Voltando ao assunto, ela não estava lá. Fui
ate a empresa que embarquei e não tinha notícia de onde ela estava. Pronto,
coração gelou quanta coisa minha de valor emocional veio ali dentro?! Fora as
de valor “nutricional”, afinal meus doces vieram na mala. Medidas cabíveis foram
tomadas como abrir o tal do RIB (uma coisa tipo reclamação de irregularidade de
bagagens ou coisa do tipo, já me esqueci) o meu maior medo era ficar sem tudo
ali, afinal, conheço histórias de pessoas que nunca mais viram seus pertences
(né Sophia?).
Como se não bastasse à
preocupação de não darem notícia nem se ela estava em SP, lembrei que às 6h da
manhã quando saia da casa dos meus pais, na pressa quase esquecendo para trás,
enfiei a chave da casa na mala que ia ser despachada ao invés de colocar na
bolsa. Resumo: Sem mala sem chave e sem como entrar em casa. Graças a Deus que
minha irmã mora em Londrina e pude abusar da boa vontade de passar o restante
do dia na casa dela.
Passei o resto do dia pensando nas
coisas que estavam perdidas por aí, se alguém tinha achado se iam devolver como
entrar em casa se no dia seguinte tinha entrevistas pra fazer. Nada da empresa
dar notícias... Trabalhos da faculdade para desenvolver já que retornei de MG com
um dia de folga para apresentar o trabalho para a Papel de papel. Pensa num dia
confuso? Pensa em várias coisas que precisava acertar antes de ir p faculdade.
E que retornei antes da data do trabalho justamente p dar um toc final e apresentar.
Sorte a minha que o pessoal do grupo ajudou muito e optamos por um “plano” B.
Por fim depois de reclamar no
Twitter. AH! Claro sou comunicóloga tinha que “xingar muito no Twitter” . Engana-se
quem acredita que tais coisas não deem resultados. Deu! A empresa prontamente
resolveu meu problema depois de algumas Hastags disseminadas. E um viva ao poder
da comunicação \o/. Localizaram a mala informaram que ela estava viva,
respirando, com o coração de roupas batendo. Quando me ligaram pra contar a
felicidade era tanta que quase desliguei o telefone sem entender como ela
chegaria até a casa da minha irmã. Tenho certeza que o atendente deu boas risadas
com a minha reação.
Não posso deixar de comentar que duas
das pessoas mais felizes por minha mala ser encontrada foram minha irmã por trazer mais um pouco das diversas
bagagens que ela deixou em Minas e meu
cunhado. Mamãe fez geleia de pimenta que ele simplesmente ama. Se pudesse
tomaria bons litros dela de canudinho. Mala encontrada, felicidade de todos. Eu
posso contar que perdi uma mala e que consegui resgata- lá. Vou pensar agora
duas vezes antes de viajar. Tenho que adotar logo o jeito “mochileira” de ser e
viajar com a menor mala possível. Pelo menos evitaria tanto fuzuê, porém eu não
teria essa história enorme pra contar.
Sempre analiso o que de bom a
situação teve. Estranho e real eu penso de mais. Acredito que preciso dar valor as coisas que tenho. Parece demagogia,
meio clichê até. Mas já pensou no valor sentimental que os seus pertences “coisas” tem? O quanto ela carrega da sua
história? Não sou apegada ao material em si, mas tanta coisa ali guardava um
pedacinho do que já vivi. AH e lógico pensar que se eu não tivesse um pedaço da
minha família aqui pra me acolher e meus amigos para compartilhar certamente teria
surtado.
sexta-feira, setembro 16, 2011
Tudo
A vontade, o caos...
Certeza, o foco...
e vem vindo tudo aquilo que foi guardado. C'est la vie.
Certeza, o foco...
e vem vindo tudo aquilo que foi guardado. C'est la vie.
sábado, setembro 10, 2011
Inconstante
A forma de olhar nos olhos, de abrir o sorriso e de dizer o que se passa.
Encantadora e simplista. Sim, um jeito único de saber o que o outro pensa.
Inconstante como a lua... é fato!
Encantadora e simplista. Sim, um jeito único de saber o que o outro pensa.
Inconstante como a lua... é fato!
domingo, setembro 04, 2011
Domingo!
Talvez eu entenda tudo corretamente como deve ser, e talvez nem tudo seja como deve ser! ... Domingo é dia de pernas pro ar, cabeça nas nuvens!
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