domingo, dezembro 19, 2010

Tem dia que... quero!

A metade mim quer ir
  
Quer passear, quer ver gente.
Quer conhecer novos ares, quer não lembrar ...
Quer lembrar...e quer esquecer.
Quer ser confusa.. ser menos precisa.
Menos objetiva e mais solícita.
Quer ficar!
Sim quer ficar onde está. Inerte preguiçosamente acomodada.
Quer mudar radicalmente. Quer pintar os cabelos, colocar um salto 15 e batom escuro.
Quer e não quer você...
Quer e não quer os outros!

Quer família, quer amigos, quer cachorros e todos os bichos fofinhos.
Quer ficar sozinha em silêncio. Ouvindo o que coração tem pra falar...
Afinal, a tanto tempo não presta mais atenção nele.
- Ei, tem alguém aí!?
(silêncio)
Ah sim! Ele anda preguiçosamente dormindo. Decidiu que se você está de TPM ele simplesmente não obedece suas insanidades.
Depois de 7 dias...tudo volta ao normal...
Volto a querer não querer... mas ter certeza  de que estou vivendo.
Firmar nas escolhas, nos planos e nos objetivos.
Ser Gabriela as vezes não é fácil. E as vezes é simples assim.

sexta-feira, novembro 05, 2010

A procura do quê.


O que falta no prato
Do que faltou de fato.
Falta da precisão
Faltou comunicação.


Praticidade exagerada,
Liberdade deturpada.
Falta presença
Falta da consciência.
Necessidade ocasional,
Falta do verbo.
Falta sentir... Excesso em agir.

Sempre falta alguma coisa ou sobra...
Anormal? Tudo igual!
 Semente plantada...
Raiz cortada.
A procura do quê...
Quê de: quero ver acontecer.


Escrito por mim (bem típico né?)

quarta-feira, outubro 13, 2010

Valores



Valor é um conceito que faz parte do estudo de várias vertentes. ( Filosofia, Sociologia, Economia,Psicologia, Antropologia e Política) 
 Ando encantada por alguns assuntos, e um deles é o “valor”. Que a segundo a sociologia, os valores vão ser abordados com produto das relações sociais e relacionados com "normas", "representações", etc.
Para Clide Kluckhon o valor é “a concepção do desejável explícita e implícita, característica de um indivíduo ou grupo, e que influencia a seleção dos modos, meios e fins da ação” ( Clide é Antropólogo).
Tudo é tão relativo. Com o modo com que se vive, da forma que algumas coisas tem de codificar ou decodificar valores.
Escolhemos simbolismos... meios e formas de resumir sempre diversas coisas. Mas ta aí e os valores? Mensurar de que forma?
Seria relevante então, basear por valores primários? (me lembrei da pirâmide de maslow).  Bom, sempre com temas  “confusos”,  essa sou eu. Quais são os valores importantes? Os fundamentais, derivados, dominantes, e autênticos?
Só sei que todos eles fazem parte de um só significado.
A que ( ou quem) atribuímos valores desnecessários? E os que passam despercebidos e são necessários?
Tão pouco parece muito ...e o muito se torna insignificante. Valores de felicidade “re-nascidos” ... Constante aspiração pelo "novo".







sexta-feira, outubro 01, 2010

Em tempos de Eleição.

Empazina tanto lero lero.
Não digo somente pelo fato das eleições.
Em tantas áreas da vida, são feitas escolhas , onde o que interessa é o momento.
Como definir momento? Tenho aprendido que é aquele que se vive. Um segundo é muito pra uma eternidade inteira (alguém já falou sobre isso, só não me lembro quem).
Amando a liberdade de escolha. Não que eu não a tivesse antes. Mas a sensação que tenho que resolvi fazer todas as coisas que acredito serem Justas!!! Certas? talvez.
Um peso me foi tirado ... mas lógico elegendo as "melhores" coisas...  projetando ...e principalmente : vivendo!

Concerteza amando mais morar aqui... e com mais saudades dos "meus"....
São coisas da vida!

domingo, agosto 08, 2010

"Verde que te quero verde"

Sinto falta, do cheirinho de chuva. Da terra fofa, dos pés na grama e do ventinho de Minas.
Da risada dos amigos, da mesa posta com "papa" quentinho da minha 'momis'.
Do Papito magaiver que pega no meu pé e me mima quando quer (o tempo todo).
Do irmão atrapalhado do Xexéu desconcertado e do amor que eles são pra mim.
Do forró pé de serra (Meniiiina do Céu) , dos barzinhos de cantoria e até mesmo da pracinha da Glória colorida de malabares e de boa rodas de violão.
Das viagens doidas,  companhias inusitadas e dos passeios em Betim.
Das pessoas de Itaúna, de Contagem , de Betim e Juatuba. Das que se foram da que estão e das que pretendem ficar em BH.
Amigos, conhecidos, desconhecidos e não tão conhecidos assim.

Verde que te quero verde...

Minas que te quero Minas.

domingo, maio 30, 2010

Escrever o que já foi escrito.

Das coisas que sempre falamos, das teorias que conhecemos. Tão pouco sabemos sobre o mundo.  Mundo esse que tem dias que parecem do tamanho de um ovo de cordorna. Tem outros que parece ser mais do que os cientistas dizem.
O tamanho das coisas realmente são da forma que eu idealizo. Os problemas ganham proporçôes as vezes desnecessárias. E as amizades, essas sim, me surpreendem.
Saber a definiçao científica das coisas...as caracteristicas é meio obvio. Mas nenhum cientista me fez entender o tamanho dos sentimentos. Muito menos medir a intencidade de coisas inexplicáveis. Do que adianta muita ciência e pouca eficiência nos fatos?
Os caminhos comprovam os fatos... e o atos estes então, comprovam o que você realmente é.
Eu sou, um pouco você, você é um pouco de mim, eles não são você, mas todos pertecem a mim. Posso ser hoje uma parte de coisa alguma e amanhã ser tudo e mais um pouco de vários.

Coisa alguma de nada novo. Um tanto pouco de tudo junto.

segunda-feira, abril 05, 2010

Ariscar, ou permanecer...



Ariscar é mais que por a prova o desejo de querer ficar um passo a frente, de conhecer o que não é conhecido até então.
Mas e quando o medo, aquela velha palavrinha que tanto tento menosprezar aparece?
Talvez ele venha como mediador do querer, do “devir” ao mesmo tempo. Ou seja, novamente o meu temor maior, o que atrai coisas desnecessárias, escondidas no subconsciente.
Recebi um grande incentivo de alguém que não se acha tão grande assim. Mal sabe que as palavras sinceras ditas até mesmo de forma desordenadas são as que o coração capta e a mente assimila. Grandes amigos eu tenho. Não posso reclamar.
Voltando ao medo, é normal ter medo do que não parece estável, nem tão pouco perfeito. De aventurar por coisas ariscadas. Medo de não planejar por aonde o coração vai pisar e principalmente onde o futuro está. Que venham as decisões as circunscrições delimitando meu espaço, meu querer e onde devo ir.
Como normal de alguém que acredita que a vida tem trilha sonora, ai vai uma música que não achava que um dia pudesse fazer mais sentido ainda na MINHA vida.


O medo é uma linha que separa o mundo
O medo é uma casa aonde ninguém vai
O medo é como um laço que se aperta em nós
O medo é uma força que não me deixa andar
”.
Miedo (Composição: Pedro Guerra/Lenine/Robney Assis )